PAÍS |
Reino do Butão, também chamado de Botão. |
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SIGNIFICADO DO NOME |
“terra dos bhotia”. O grupo étnico tibetano dos “bhotia” migrou do Tibete para o Butão no século X. A raiz comum é “bod”, um nome antigo do Tibet. Druk Yul (འབྲུག་ཡུལ): é o nome no idioma butanês. Significa “terra do dragão do trovão”, “terra do trovão”, ou “terra do dragão”. O nome procede das violentas tempestades de trovão vindas do Himalaia. |
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CONTINENTE |
Ásia |
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BANDEIRA |
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SINIFICADO DA BANDEIRA |
A bandeira nacional está dividida diagonalmente desde a esquina inferior esquerda até a esquina superior direita, formando assim dois triângulos. O superior amarelo e o inferior cor-de-laranja. Ao centro está um dragão branco olhando para o exterior da bandeira. O dragão apresentado na bandeira, Druk o dragão do trono, representa o nome do Butão em tibetaniano, que é "A Terra do Dragão" (Druk Yul). O dragão possui joias nas suas garras que representam a abundância. O amarelo por sua vez representa a monarquia secular e o laranja a religião budista. |
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MAPA |
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BRASÃO |
O brasão de armas mantém vários elementos da bandeira do Butão, ligeiramente diferentes dos originais, e contém muito simbolismo budista. A designação oficial é: "O emblema nacional, contido num círculo, é composto por um duplo diamante-raio (dorji) colocado acima de um loto, encimado por uma joia e emoldurado por dois dragões. O raio representa a harmonia entre o poder secular e o poder religioso. O lótus simboliza pureza, a joia manifesta o poder soberano, e os dois dragões, macho e fêmea, defendem o nome do país que proclama com a sua grande voz, o trovão". |
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HINO |
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SIGNIFICADO DO HINO |
Druk tsendhen ("Reino do Dragão do Trovão") é o hino nacional do Butão. Com música de Aku Tongmi e letra de Gyaldun Dasho Thinley Dorji, foi adaptado em 1953. A música original foi baseada na canção folclórica "Thri nyampa med pa pemai thri" (O Trono de Lótus Imutável) |
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CAPITAL |
Thimbu |
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MOEDAS |
Ngultrum e rúpia indiana |
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ARQUIPÉLAGOS |
O país não possui Arquipélagos. |
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CLIMA |
O clima varia muito, dependendo da região e da altitude, mas, geralmente, o Butão está sujeita a quatro estações distintas. Períodos mais propícios para se visitar é a Primavera eo Outono. Com seu clima tropical, o Sul é mais fortemente afetada pelas chuvas da monção de verão a partir de meados de Maio até finais de Setembro. Ao mesmo tempo, o Norte é também a monção, mas o clima é especialmente agressivo, inverno (meados de novembro a meados de março), o que torna a área de difícil acesso. A área turística, o Vale Central, tem um inverno seco, mas a neve é rara. Na primavera (meados de Março a meados de Junho), as temperaturas são muito agradável (média de 27 ° C dia e 18 ° C, durante a noite). Para desfrutar de uma vista panorâmica sobre os altos picos do Himalaia, que leva a queda e o fim das monções. Temperaturas noturnas flertar com a 0 ° C, mas o céu é azul desconcertante. O Reino do Butão é um pequeno país da Ásia, situado na encosta sul do Himalaia, encravado entre os dois "mundos" gigantes da China (Norte Noroeste) e Índia (Sul Sudeste). É um país de altas montanhas (Gangkar Puensum a 7541 m), cortadas por vales profundos isolados uns dos outros e coberto por densas florestas. CLIMA Muito variável em função da altitude, uma região para outra, e dentro de um único dia em um dado local. SUL: clima subtropical com monções (chuvas). LESTE: clima seco, com verões quentes e invernos frios. CENTRO: temperado ou semi-tropical. NORTE: regiões do Himalaia, o clima polar, colar de bloqueio queda de neve. PRIMAVERA: meados de março, início de junho (muito vento, poeira, onda de frio são possíveis). Verão: final de junho, setembro monções, especialmente no sul, que recebe a Baía de Bengal chuvas, chuva forte à noite, os aumentos de umidade, inundações, nevoeiro, o tempo está nublado e é difícil ver os altos picos do Himalaia. QUEDA: final de setembro, final de novembro: os dias são brilhantes, queda de neve ensolarados de altitude. INVERNO: final de Novembro a Março: geada, neve acima 3000m. O Butão segue o regime de monção tendo fortes chuvas no período de junho a setembro. Dos países do Himalaia é o que recebe mais chuvas. A temperatura varia enormemente com a altitude. Enquanto o sul é tropical, ao norte as neves nas montanhas são eternas. Em Paro, a temperatura varia de zero em janeiro a 30 graus em junho. Temperaturas mínima e máxima Em Janeiro de -17 ° C a 1 ° C. Em Março, a partir de -10 ° C a 4 ° C. Em Maio, a partir de -1 ° C a 10 ° C. Em Julho, a partir de 5 ° C a 12 ° C. Em Setembro de 2 ° C a 11 ° C. Em Dezembro de -16 ° C a 3 ° C. |
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CONDADOS |
O país não possui Condados. |
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DUCADOS |
O país não possui Ducados. |
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ILHAS |
O país não possui Ilhas. |
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PRINCIPADOS |
O país não possui Principados. |
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FAUNA |
O panda-vermelho ou panda-pequeno, também conhecido como raposa-de-fogo ou gato-de-fogo (nome científico: Ailurus fulgens; do grego ailurus, gato; e do latim fulgens, brilhante), é um pequeno mamífero arborícola e a única espécie do gênero Ailurus. Pertence à família Ailuridae, mas já foi classificado nas famílias Procyonidae (guaxinim) e Ursidae (ursos). O panda-vermelho é nativo das regiões montanhosas do Himalaia e do sul da China, e está associado às florestas temperadas de altitude e a bambuzais. Possui uma coloração castanho-avermelhada característica, cauda comprida e felpuda e um andar gingado devido ao encurtamento dos membros dianteiros. É um animal solitário, territorialista e de hábito crepuscular e noturno. Sua alimentação é principalmente composta por bambu; entretanto, por ser onívoro, pode ingerir ovos, pássaros, insetos e pequenos mamíferos. Está em perigo de extinção, devido à destruição do habitat pela expansão humana, da agricultura, da pecuária e do extrativismo de recursos naturais. A caça ilegal também é outro importante fator que contribui para a diminuição da população de pandas. É um animal comum em zoológicos, principalmente da América do Norte e Europa, reproduzindo-se bem em cativeiro. Nomes comuns O termo panda foi aplicado por Thomas Hardwicke, quando o introduziu aos europeus em 1821. A origem do termo panda é desconhecida. Um dos poucos candidatos conhecidos para raiz da palavra panda é "pónya", possivelmente derivada de um termo nepalês para a protuberância arredondada da pata — talvez uma observação atenta de como este animal come bambu com um osso do pulso (sesamóide radial) adaptado para a função de polegar opositor e sexto dedo; outros autores acreditam que panda vem de "wah", termo nepalês para panda-vermelho, e originário do som semelhante a uma criança, que esta espécie às vezes produz. Na China é chamado de Pequeno Urso Gato, pois pensava-se ser aparentado a um urso pequeno e por realizar seu asseio como um gato. Em chinês: 小熊貓, "pequeno urso-gato", de 小, pinyin xiǎo, "pequeno", 熊, xióng, "urso"; e 猫, māo, "gato". Outros nomes utilizados em diversas línguas são: Lesser Panda, Red Panda, Cloud Bear, Bright Panda, Common Panda, Fire Cat, Fire Fox, Red Fox, Fox Bear, Himalayan Raccoon, Red Cat-bear, Small Panda (inglês); Panda Éclatant, Petit Panda (francês); Panda Chico, Panda Rojo (espanhol); Kleiner Panda, Katzenbär (alemão); Nigalya Ponya, Poonya, Wah, Ye, Sankam, Thokya, Vetri (nepalês); Wokdonka (butanês); Hun-Ho, Pinyin (chinês); Wob, Thomtra marchung (tibetano). Classificação Frédéric Cuvier (1825) descreveu inicialmente o panda-vermelho como um parente próximo do guaxinim (Procyonidae), embora ele tenha dado o nome Ailurus baseado em suas semelhanças superficiais com os gatos domésticos. A classificação do panda-vermelho tem sido controversa desde sua descoberta, e já foi posicionado entre os Ursidae, Procyonidae, Ailuropodidae, ou então numa família própria, a Ailuridae. Essa incerteza surgiu da dificuldade em determinar se certas características do gênero Ailurus são filogeneticamente conservativas ou são derivadas e convergentes com espécies de hábitos ecológicos similares. Diversas hipóteses filogenéticas, baseadas em análises moleculares e morfológicas, têm surgido ao longo dos anos, posicionando o panda-vermelho: (1) mais próximo a Procyonidae que a Ursidae; (2) mais relacionado a Ursidae do que com a Procyonidae; (3) intermédio entre a Ursidae e a Procyonidae; (4) aparentado ao panda-gigante mas de posicionamento incerto; (5) mais relacionado a Musteloidea; ou (6) representa uma linhagem monotípica dentro da Arctoidea, porém de posicionamento não resolvido. Evidências baseadas no registro fóssil, sorologia, cariotipagem, comportamento, anatomia e reprodução refletem maior afinidade com a Procyonidae do que com a Ursidae. Entretanto, especializações ecológicas e alimentares e a distinta distribuição geográfica em relação aos modernos procionídeos apoiam a separação em uma família própria. Recentemente, Flynn e colaboradores, através de análises moleculares confirmaram o posicionamento do gênero Ailurus numa família distinta aos procionídeos e aos ursídeos, e determinaram a inclusão dessa família entre a superfamília Musteloidea (Ailuridae + Procyonidae + Mephitidae + Mustelidae). Subespécies Há atualmente duas subespécies de panda-vermelho: o panda-vermelho-ocidental (Ailurus fulgens fulgens F. Cuvier, 1825), encontrado nas regiões himalaias do Nepal, Assam, Sikkim e Butão, e o panda-vermelho-de-styans (Ailurus fulgens refulgens Milne-Edwards, 1874), encontrado no sul da China e no norte de Mianmar. O panda-ocidental tem uma pelagem mais clara na face, enquanto os pandas-de-styans têm marcas faciais mais "dramáticas", outra característica de diferenciação entre as duas subespécie é o maior porte do styans em relação ao ocidental. História evolutiva Não são conhecidos fósseis congêneres do Ailurus fulgens. Entretanto, diversos fósseis de espécies relacionadas ao panda-vermelho tem sido descobertos na América do Norte, Europa e Ásia. Existem cerca de oito gêneros na família Ailuridae, entretanto, apenas o Ailurus é atual. Recentemente um fóssil, nomeado de Pristinailurus bristoli, descoberto do Mioceno da América do Norte, foi considerado o mais antigo e primitivo membro da família. Outros registros fósseis foram feitos no leste da China e no oeste da Grã-Bretanha. Distribuição geográfica e habitat Os pandas-vermelhos são encontrados principalmente em florestas temperadas, entre 2.200 e 4.800 metros de altitude, nos Himalaias, principalmente na região dos contrafortes ocidentais no oeste do Nepal, sul do Tibete, Sikkim, Assam e Butão, e em montanhas do norte de Mianmar e do sul da China, nas províncias de Sichuan (Montanhas Hengduan) e Yunnan (Montanhas Gongshan). A existência de pandas-vermelhos no sudoeste do Tibete e no norte de Arunachal Pradesh é muito provável, mas ainda não foi documentada. Ele foi extinto nas províncias chinesas de Guizhou, Gansu, Shaanxi e Qinghai. Sua presença nas montanhas do sul da China constitui um refúgio durante a última glaciação do Pleistoceno. Na China, o panda-vermelho e o panda-gigante são simpátricos nas montanhas de Qionglai, Minshan, Xiangling, e Liangshan na província de Sichuan. A distribuição dos pandas é disjunta, tendo a garganta do Rio Bramaputra, que faz uma curva em torno da extremidade oriental do Himalaia, como uma divisão natural entre as duas subespécies, embora alguns autores sugiram que a variedade A. f. fulgens se estenda mais para o oriente, em Yunnan, na China. Pandas-vermelhos habitam regiões de temperatura moderada (10-25°C) com poucas mudanças anuais e preferem áreas montanhosas arborizadas, principalmente compostas por florestas coníferas e caducifólias, especialmente com árvores antigas de rododendro e, obviamente, com bambuzais. Características físicas Os pandas-vermelhos apresentam um comprimento moderado, com uma cauda relativamente longa e felpuda, marcada com cerca de 12 anéis alternando círculos vermelhos e camurças, não sendo preênsil. A cabeça é arredondada, o focinho curto, e as orelhas grandes, eretas e pontiagudas. Apresenta uma grossa pelagem sobre o corpo. Na região ventral a pelagem é macia, lanosa e densa. A face é predominantemente branca com marcações lacrimais castanho-avermelhadas abaixo dos olhos. A pelagem do dorso também é castanho-avermelhada, enquanto que ventralmente é de um negro uniforme. Os membros são negros e as solas dos pés e mãos são cobertas com pêlos densos de coloração branca. Não há dimorfismo sexual na coloração e no tamanho de machos e fêmeas. Os membros torácicos são arqueados para dentro, fazendo com que seu andar seja gingado. Seus pés são plantígrados. Também possui garras semi-retratéis e, como o panda-gigante, tem um "polegar falso" que é na verdade uma extensão do osso do pulso.
O
panda-vermelho possui algumas características anatômicas
próprias que caracterizam a espécie e, por conseguinte, o gênero
Ailurus.
O crânio
é robusto com fraco desenvolvimento do arco zigomático, da
crista sagital e do processo pós-orbital. O osso
palatino
se estende além do último molar,
a fossa mesopterigóide é comprimida anteriormente, e a bula
auditiva é pequena e expandida medialmente. O processo
pós-glenóide é largo e curvado anteriormente, e o canal
alisfenóide está presente. A mandíbula
é robusta, mas relativamente curta em relação à altura dos
ramos, e a sínfise mandibular é comprimida. O processo coronóide
é fortemente enganchado posteriormente e os côndilos
mandibulares são grandes. Possui uma dentição
robusta em contraste com os procionídeos. A fórmula dentária é
Comportamento Os pandas-vermelhos são animais crepusculares (mais ativos ao amanhecer e ao entardecer) e noturnos, passando o dia dormindo nos ramos das árvores ou em tocas. Eles são sensíveis ao calor e sua temperatura ideal é entre 17º e 25 C. Eles não toleraram temperaturas maiores que 25 °C. Como resultado os pandas-vermelhos dormem durante as horas mais quentes do dia nas copas sombreadas das árvores, muitas vezes ficando esticados nos galhos bifurcados, ou então em tocas. Os pandas-vermelhos são animais muito hábeis e acrobáticos, vivendo predominantemente nas árvores. Habitam áreas territoriais demarcadas e são freqüentemente solitários, raramente vivendo em casais ou em grupos familiares. Procuram alimento à noite, correndo ao longo do solo ou pelas árvores com velocidade e agilidade e, depois de encontrar comida, usam as suas patas dianteiras para colocar o alimento em suas bocas. Os pandas-vermelhos bebem mergulhando a sua língua na água e lambendo-a. Seus principais predadores são leopardo-das-neves (Uncia uncia) e os humanos. Os pandas-vermelhos começam sua atividade diária com um banho ritual de sua pelagem, lambendo as suas patas dianteiras e massageando as suas costas, abdômen e flancos, assim como, esfregam as suas costas e barriga ao longo de árvores ou rochas. Eles então patrulham o seu território, demarcando-o com uma substância secretada com um cheiro forte de sua glândula anal e com a sua urina. Se um panda-vermelho se sentir ameaçado ou em perigo, embora normalmente silencioso, eles podem produzir uma série de gorjeios curtos. Quando aborrecidos, os pandas-vermelhos podem emitir assobios e uma série de bufos. Eles muitas vezes tentam correr para cima de uma coluna de rocha inacessível ou uma árvore. Se não puderem mais fugir, eles ficam em pé em suas patas traseiras, que os faz parecer mais altos para intimidar o agressor e lhes permitir a possibilidade de usar as garras semi-retráteis e afiadas nas suas patas dianteiras, que podem infligir feridas substanciais. Os pandas-vermelhos são amistosos, mas não indefesos, e atacam quando se sentem ameaçados. Hábitos alimentares e dieta O panda-vermelho, apesar de ter um sistema digestivo mais adequado a uma dieta carnívora, é um animal onívoro que se alimenta maioritariamente de bambu apesar de não poder digerir a celulose, portanto deve consumir uma grande quantidade de bambu para sobreviver. A sua dieta consiste de aproximadamente dois terços de bambu, e ele a suplementa com bagas, frutos, cogumelos, raizes,bolotas, líquens e gramíneas, além de se alimentarem ocasionalmente com filhotes de pássaros, ovos, pequenos roedores e insetos. Em cativeiro, também se alimentam de carne. Os pandas-vermelhos são excelentes escaladores e forrageiam basicamente em árvores. Os brotos de bambu são mais facilmente digeridos do que as folhas e apresentam uma maior digestibilidade no verão e no outono, intermediária na primavera, e baixa no inverno. Essas variações tem relação com os conteúdos nutritivos do bambu. O panda-vermelho não digere completamente o bambu, especialmente a celulose e componentes da parede celular. Isto implica que a digestão microbiana desempenhe somente um pequeno papel em sua estratégia digestiva, semelhante ao panda-gigante. O trânsito do bambu pelo intestino do panda-vermelho é muito rápido (entre duas e quatro horas). Para sobreviver nesta dieta com baixo teor calórico, o panda tem de selecionar partes de alta qualidade, como folhas tenras e brotos. Eles ingerem uma grande quantidade de alimento (mais de 1,5 quilogramas de folhas frescas e 4 quilogramas de brotos frescos diariamente), a fim de maximizar a absorção de nutrientes, já que este passa pelo trato digestivo rapidamente. Reprodução Pandas-vermelhos adultos raramente se interagem fora da estação de acasalamento. Ambos os sexos podem se acasalar com mais de um parceiro durante a estação. O acasalamento ocorrem entre meados de janeiro até o começo de março (período do inverno), e os filhotes nascem entre junho e o final de julho (primavera e verão).[14] O período de gestação varia de 112 a 158 dias, e a fêmea dá à luz entre um a quatro filhotes, que nascem cegos e pesando 110-130 gramas. Alguns dias antes do nascimento a fêmea começa a reunir material, como capim e folhas para usar na confecção do ninho. O ninho é normalmente localizado em uma árvore oca ou uma fenda de rocha. Após o parto, a fêmea limpa os filhotes e deste modo estabelece um elo olfativo com cada filhote. Nos primeiros dias, ela permanece cerca de 60 a 90% do seu dia junto aos recém-nascidos. Após uma semana, ela já passa mais tempo fora do ninho, retornando apenas algumas horas por dia para alimentá-los e limpá-los. Os filhotes abrem os olhos com 18 dias de idade, e com 90 dias já apresentam a coloração típica para a espécie, e ingerem os primeiros alimentos sólidos aos 125-135 dias. A ninhada permanece no ninho durante doze semanas. Depois deixam-no, mas permanecem com sua mãe, sendo desmamados aos 6-8 meses de idade. Os machos só muito raramente ajudam com a criação da nova geração e somente se eles viverem em pares ou em pequenos grupos. Os pandas-vermelhos começam a ficar sexualmente maduros aos 18 meses de idade. O seu tempo de vida médio é 8-10 anos, mas podem atingir um máximo de 15 anos. Há um registro de um animal cativo na China que atingiu 17 anos e 6 meses de vida. O panda-vermelho se reproduz bem em cativeiro. O Parque Zoológico Himalaio Padmaja Naidu em Darjeeling tem sido próspero na procriação de conservação de pandas-vermelhos. O Valley Zoo em Edmonton tem tido êxito no programa de reprodução e teve dois pares de pandas-vermelhos nascidos lá, um par em 2007 e outro em 2008. Conservação O panda-vermelho é classificado, pela IUCN como sendo vulnerável, e na CITES, aparece no "Appendix I". A população foi estimada em menos de 2.500 animais adultos em 1999, e entre 16 mil e 20 mil em 2001. As principais ameaças ao panda-vermelho são perda do habitat pela agricultura, pecuária e desmatamento, caça ilegal e mudanças na dinâmica das espécies nativas. A importância relativa destes diferentes fatores varia entre as diferentes regiões que o panda-vermelho é encontrado e não está muito bem compreendida. O panda-vermelho é protegido em todos os países nos quais vive e sua caça é considerada ilegal. No sudoeste da China, o panda-vermelho é caçado pela sua pelagem e especialmente por sua cauda felpuda altamente valiosa, da qual são produzidos chapéus. Nessas áreas, a pele muitas vezes é usada para cerimônias culturais e em casamentos. Os "chapéus" são tidos como amuletos de boa sorte e usados pelos chineses recém-casados. Até recentemente, pandas-vermelhos eram capturados e vendidos a jardins zoológicos. Em um artigo presente no International Zoo News, Munro (1969) descreve que pessoalmente capturou 350 pandas em dezessete anos. Esse número diminuiu substancialmente nos últimos anos, devido às ações da CITES no combate ao tráfico internacional de animais selvagens. Entretanto, a caça clandestina continua e eles muitas vezes são vendidos a colecionadores particulares a preços exorbitantes. Em alguns lugares do Nepal e da Índia, o panda-vermelho é mantido como animal de estimação. O desmatamento pode ter uma série de efeitos sobre o panda-vermelho: a perda da floresta para a agricultura pode inibir a dispersão e resultar na fragmentação da distribuição, assim como, reduz a qualidade do habitat pela remoção de árvores antigas que oferecem abrigo e diminuem a regeneração dos bambuzais. A competição por alimento com animais domésticos não é muito significativa, entretanto, o gado pode destruir os bambuzais pelo pisoteamento. O panda-vermelho é relativamente comum em jardins zoológicos ao redor do mundo, em 1992 existiam mais de 300 animais distribuídos em 85 zoológicos, em 2006 eram 511 indíviduos da subespécies fulgens em 173 instituições, e 306 da refulgens (=styani) em 81 instituições. Ele se reproduz com relativo sucesso em cativeiro, desde que suas necessidades sejam atendidas. Há vários programas regionais de procriação em cativeiro (América do Norte, Europa, Austrália, Japão e China), que são coordenados num programa global sobre os cuidados da International Studbook e da International Red Panda Management Group. Na América do Norte existe uma população de 182 indivíduos (2001) que são mantidos e administrados pela Species Survival Plan (SSP). |
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FLORA |
Lilium nanum é uma espécie de planta herbácea perene com flor, pertencente à família Liliaceae. A espécie tem a altura variando entre 8-42 cm e floresce a uma altitude de 3 500 m e 4 500 m. A planta é endêmica nas províncias de Sichuan, Tibete, Yunnan na República Popular da China, e também no Mianmar, no Nepal, Butão e Índia. Lilium nepalense (em chinês: 紫斑百合|zi ban bai he) é uma espécie de planta com flor, pertencente à família Liliaceae. É nativa do Nepal, Tibete, Butão, Índia estado de , Sikkim, Myanmar, com ocorrências na província de Yunnan na República Popular da China. A planta é encontrada em florestas abertas a uma altitude entre 2 000 e 3 000 metros. Variedades L. nepalense var. Nepalense L. nepalense var. Concolor L. nepalense var. robustum Lilium oxypetalum é uma espécie de planta com flor, pertencente à família Liliaceae. A planta é nativa da Cordilheira do Himalaia . Outros nomes Nomocharis oxypetala (D.Don) E.H.Wilson, Lilies East. Asia: 13. 1925. Fritillaria oxypetala D.Don in J.F.Royle, Ill. Bot. Himal. Mts. 1: 388. 1840) Lilium oxypetalum (D.Don) Baker, J. Linn. Soc., Bot. 14: 234. 1874. Lilium oxypetalum var. insigne Sealy, Bot. Mag. 171: t. 274. 1956. Lilium triceps Klotzsch, Bot. Ergebn. Reise Waldemar: 53. 1862. Lilium sherriffiae é uma espécie de planta herbácea perene com flor, pertencente à família Liliaceae. A espécie tem a altura variando entre 0,3-0,9 m e floresce a uma altitude de 2 700 m e 3 600 m. A planta é endêmica do Nepal e Butão. Lilium wallichianum é uma espécie de lírio. A planta é nativa da região do Himalaia, com ocorrências na Índia (estados de Uttar Pradesh e Siquim), Nepal, Butão e Myanmar |
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RELEVO |
O Butão é uma nação muito montanhosa, de interior, situada na Ásia. Os picos do norte atingem mais de 7 000 m de altitude, e o ponto mais elevado é o Gangkhar Puensum, com 7 570 m, que nunca foi escalado. A parte sul do país tem menor altitude e contém vários vales férteis densamente florestados, que escoam para o rio Bramaputra, na Índia. A maioria da população vive nas terras altas centrais. A maior cidade do país, a capital Thimphu (população de 50.000 habitantes), situa-se na parte ocidental destas terras altas. O clima varia de tropical no sul a um clima de invernos frescos e verões quentes nos vales centrais, com invernos severos e verões frescos nos Himalaias. As montanhas Negras, na região central do Butão, formam um divisor de águas entre dois grandes sistemas fluviais: o Mo Chhu e o Drangme Chhu. Pontos nas Montanhas Negras variam entre 1.500 e 4.925 metros acima do nível do mar, e caudalosos rios esculpiram desfiladeiros profundos nas áreas mais baixas da montanha. As florestas das montanhas centrais do Butão consistem em florestas de coníferas subalpinas orientais, em altitudes mais elevadas, e florestas folhosas nas proximidades do Himalaia, em altitudes mais baixas. |
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HIDROGRAFIA |
O Rio Sankosh é um rio da Índia que nasce no Butão (onde é chamado Mo Chu) e desagua no rio Brahmaputra. Flui ao logo do Himalaia entre Chomo Lhari e Kula Kangri. Os vários afluentes superiores do Sankosh se unem próximo Punakha (altitude 1515 m). Abaixo Punakha, o leito do rio é bastante largo, mas após Wangi Phodrang (altitude 1364 m) o rio flui através da garganta de um precipício. |
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SUBDIVISÕES |
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VEGETAÇÃO |
Os bosques secos tropicais são os mais predominantes naquele país, sua vegetação é herbácea (principalmente gramíneas que podem chegar a 2 m de altura). |
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IDIOMAS |
O idioma oficial é Dzongkha do Butão, mas muitas regiões manter seus dialetos nativos, devido ao seu isolamento. Independentemente de Dzongkha, Inglês ensino de línguas é praticado em cidades. |
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CULINÁRIA |
Um prato típico no Butão é uma espécie de refogado de legumes com queijo e pimenta. Aliás, a pimenta talvez seja o alimento principal deste país. Nas feiras livres, onde a população vai comprar, em todo cantinho tem pimenta. Domingo no Butão é dia de feira, quando os agricultores descem das suas fazendas levando seus produtos para vender na cidade. É um dia animado em que a pessoas aproveitam para se reencontrar e trocar informações. Em todo vilarejo, tem uma feira. E nós fomos a uma das maiores. Há 40 anos, o Butão ainda não tinha dinheiro próprio. Quase todo comércio era feito à base de trocas. Hoje, o país tem uma moeda. O nome é quase impronunciável: o ngultrum. O arroz é o alimento mais importante no dia a dia do butanês. Por isso, na feira a variedade é enorme. Tem todo o tipo de arroz, até arroz pronto para consumo, que já vem tostado. Agora, o arroz que o pessoal do Butão gosta mesmo é o arroz selvagem vermelho, que cresce nas montanhas da região, a mais ou menos três mil metros de altitude. |
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RELIGIÕES |
Estima-se que entre dois terços e três quartos da população do Butão seguem o Budismo Vajrayana, que também é a religião de Estado. Cerca de um quarto a um terço são seguidores do hinduísmo. Outras religiões correspondem a menos de 1% da população. O atual quadro legal, em princípio, garante a liberdade de religião. Entretanto, o proselitismo é proibido por uma decisão do governo real e pela interpretação judicial da Constituição. |
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POLÍTICA |
O Butão é uma monarquia constitucional. O chefe religioso do Reino, o Je Khenpo, goza de uma importância quase idêntica à do rei. Depois de um histórico discurso do rei Jigme Singye Wangchuck, no dia nacional, em dezembro de 2006, abdicando a favor do seu filho e anunciando a realização de eleições democráticas, os butaneses foram às urnas em 24 de março de 2008, terminando assim mais de um século de monarquia absoluta. O poder legislativo é exercido por um parlamento bicameral, composto pela Assembleia Nacional do Butão (câmara baixa) com 47 membros, e pelo Conselho Nacional do Butão (câmara alta) com 25 membros, que elegem o primeiro-ministro. O Butão e a Tailândia são os últimos reinos budistas do mundo. |
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TURISMO |
O Butão é um pequenino reino encravado aos pés do Himalaia e bastante fechado ao turismo. Ao norte, a gigantesca China e ao sul a superpopulosa Índia. É distante do Brasil. Poucas pessoas conhecem. Exótico. Feliz. De tradições peculiares e muito isolado. Para chegar lá só embarcando numa das companhias aéreas locais-Druk Air ou Bhuthan Airlines-pertencente ao rei - partindo de Bangkok (Tailândia), Katmandu (Nepal), Nova Delhi ou Calcutá (Índia), rumo a Paro, onde está o único aeroporto internacional do país. Mas, Paro não é a capital. A capital é Thimphu, a uma bela altitude de 2329 metros. Na descida, o avião passa muito perto das montanhas. Que são altas! Algumas chegam a ter 7 mil metros de altitude. A sensação é de estar no topo do mundo. Quase dá para tocar nos picos nevados do Himalaia. Não é exagero. E, de repente o avião mergulha na pista. O pouso é inesquecível, o voo é cênico e os pilotos do rei são craques. DICA: Para aproveitar melhor o visual da janela do avião sente do lado esquerdo e espere o piloto anunciar o Everest. Espetacular! Entrar no país não é fácil. Há bastante burocracia e a viagem é cara. O Butão abriu oficialmente suas portas aos visitantes somente em 1974, depois de viver por séculos em total isolamento. Para quem quiser se aventurar por aquelas bandas, para começo de conversa é preciso organizar um pacote por intermédio de um hotel ou agência de turismo local, que vai providenciar hospedagem, traçar seu roteiro, designar um guia exclusivamente seu, programar um carro com motorista para percorrer os trajetos previamente solicitados, planejar suas refeições, cobrar as taxas de permanência no país (que giram em torno de 100 dólares por dia por pessoa) e então o visto será liberado para a entrada. A intenção desse radicalismo é manter um turismo de qualidade e evitar transtornos causados pelas diferenças culturais. Por ter vivido tanto tempo sem muito contato com o resto do mundo, o País do Dragão conseguiu preservar suas tradições e manter a harmonia entre a população de 700 mil habitantes. Eles são budistas, cultuam um guru Rinpoche conhecido como o Segundo Buda; são felizes; adeptos a poligamia; relacionamentos homossexuais são aceitos normalmente; usam desenhos fálicos pintados nas fachadas das casas para atrair prosperidade; vivem com pouco luxo em pequenas comunidades rurais que não valorizam a privacidade; vestem-se com lindos trajes típicos feitos em tecido produzido em tear manual, para as mulheres Kira e para os homens Gho; recebem o auxílio dos monges para nomear seus filhos, os monges também relatam aos pais uma espécie de "mapa astral" dos recém nascidos revelando segredos sobre o futuro das crianças e sobre suas vidas passadas; 50% dos adultos não sabe ler nem escrever; o esporte nacional é o arco e flecha; todas as casas recebem uma purificação anual dos monges; bens materiais não são valorizados; até bem pouco tempo eles não tinham moeda e trocavam mercadorias; a televisão só chegou por lá há 10 anos... E, as diferenças não param por aí. É tudo muito peculiar. Mas, o que mais chama a atenção é que o rei Jigme Khesar Wangchuk que está desde 2008 no poder (jovem, bonito, recém-casado, amado por todos, bom fotógrafo e educado na Europa) coloca o bem-estar do povo acima de qualquer interesse econômico. Seu reino é simples e está entre as nações mais pobres do mundo, de acordo com a ONU. Seu salário mínimo gira em torno de US$ 100. No entanto, é regido com grande sensibilidade e ostenta uma sofisticada filosofia de desenvolvimento que coloca a felicidade do povo acima dos índices de seu PIB. O Ministério da Felicidade planeja a alegria de todos. A Felicidade Interna Bruta é avaliada pelo governo com o uso de critérios, como desenvolvimento econômico sustentável, preservação das tradições, conservação do meio ambiente, bom governo. Cada projeto implantado tem como base esses critérios. E assim, o Butão figura entre as dez nações mais felizes do mundo segundo uma pesquisa feita pela Universidade de Leicester, no Reino Unido. O país tem índices baixíssimos de violência, não tem mendigos, fome zero e não tem registro de corrupção administrativa. Só nesse último quesito já estão anos luz à nossa frente. O Butão foi o primeiro país do mundo a proibir qualquer tipo de fumo. Isso inclui cigarros comuns e maconha. Interessante notar que a maconha é plantada livremente para alimentar os animais, que ficam mais calmos, dormem mais e engordam melhor, mas ninguém se atreve a usa-la. As leis do país são bastante rígidas quanto a isso e todos respeitam. Usar qualquer tipo de droga é considerado crime inafiançavel e dá cadeia por três anos. Esse é um dos motivos da dificuldade para se entrar no país. O rei quer evitar problemas com jovens visitantes que podem ficar de olho nas plantações de maconha. Por isso, com um turismo caro, teoricamente, apenas pessoas mais velhas e maduras têm acesso ao Reino da Felicidade. Uma quantidade limitada de cigarros pode ser usada por estrangeiros que visitam o país, mas seu uso é muito restrito. Em lugares públicos, nem pensar. A arquitetura é peculiar. As casas têm estrutura feita em madeira e barro. As estacas geralmente são esculpidas e encaixadas umas nas outras sem pregos. Os telhados são enfeitados com pinturas lindas feitas à mão. Uma mistura de arquitetura chinesa com tibetana. As cidades mais visitadas do Butão são Paro, himphu, Gangtey, Punakha e Bumthang. Para definir meu roteiro, entrei em contato por e-mail com a cadeia de hotéis Amankora. Solicitei um roteiro para 8 dias excluindo Bumthang, pois o país é muito montanhoso e leva-se mais de 8 horas por estradas muito ruins para ir de Paro à Bumthang. Optei por Thimphu, Paro, Gangtey e Punakha. Eles providenciaram absolutamente tudo. Em algumas épocas do ano há voos de Paro até Bumthang, quando fui não havia voos. Recebi por e-mail o roteiro detalhado com tudo que seria feito em cada dia, conforme segue abaixo. ROTEIRO DE VIAGEM DE 7 DIAS: Thimphu - Gangtey - Punakha - Paro Dia 1: Chegada em Paro e transfer para Thimphu - hotel Amankora Thimphu Dia 2: Conhecer Thimphu. Transfer para Gangtey - hotel Amankora Gangtey Dia 3: Explorar o Vale Phobjika - hotel Gangtey Dia 4: Transfer para Punakha - hotel Amankora Punakha Dia 5: Explorar o Vale de Punakha - Amankora Punakha Dia 6: Transfer para Paro - hotel Amankora Paro Dia 7: Visitar Paro e o Ninho do Tigre - hotel Amankora Paro Dia 8: Partida do Butão Dia 1: Chegada no aeroporto internacional de Paro com a Druk Air e partida para Thimphu. A chegada e o sobrevoo do vale são inigualáveis. O avião passa muito perto dos picos do Himalaia. Mantenha sua câmera na mão para registrar tudo. Depois de descer do avião, os passageiros devem passar pela imigração para apresentar a carta de aprovação de visto e passaporte. Depois de pegar sua bagagem você encontrará seus guias pela primeira vez. Eles irão lhe acompanhar por toda a estadia no país. O trajeto para Thimphu é de aproximadamente 1 1/2 horas. Depois de se instalar você decidirá se quer conhecer o Memorial Nacional Chorten, Folk Heritage Museum, Biblioteca Nacional e se sobrar tempo poderá passear pela rua principal para ver artefatos do Himalaia ou têxteis. (Pernoite no Amankora Thimphu). Dia 2: De Thimphu para Gangtey. O trajeto passa pelas altas montanhas de Dochula em direção ao Vale Phobjika. No caminho, a visita inclui uma parada num dos primeiros mosteiros do Butão, numa fortaleza do século 17 - Simtokha Dzong - e no mosteiro Goemba Hongtsho para ver as pinturas nas paredes do antigo mosteiro. A viagem continua sobre montanhas de 3050 metros de altutude. Num dia de céu limpo, os picos do Himalaia são claramente visíveis. A descida através do Vale Punakha é linda e você vai passar pela pitoresca aldeia de Wangdi. Continuando, a estrada segue pela rota cênica de Dang Chu, passa por florestas de bambu e carvalho, atravessa La Pele e o vale Phobjika. Na chegada, você terá tempo para visitar o impressionante templo Gangtey Goemba na cabeceira do vale, e talvez tenha tempo de fazer um passeio pela aldeia de Gangtey. (Pernoite no Amankora Gangtey) Dia 3: Exploração do Vale Gangtey. A manhã começa com uma visita ao Black Neck Crane Center. Dependendo de como estiver o tempo, pode ser feito um passeio de bicicleta ou a pé pelas montanhas desse magnífico vale. Dois mosteiros podem ser visitados para melhor conhecer a religião budista e interagir com a vida dos monges. De volta ao hotel, massagens relaxantes para finalizar o dia. (Pernoite no Amankora Gangtey). Dia 4: De Gangtey para Punakha. A viagem de volta para Punakha será breve e na chegada você vai ter tempo para almoçar no lodge. Na parte da tarde você vai explorar a vila e conhecer o templo Lhakhang. No final da tarde uma caminhada até um antigo mosteiro no alto do morro atrás da pousada pode ser organizada ou dado tempo para desfrutar da fazenda e spa do hotel. (Pernoite no Amankora Punakha) Dia 5: Punakha. Exploração do vale. O dia em Punakha pode começar com uma bela caminhada a partir do Lodge Punakha ao longo do rio, terraças de arroz, pimenta e couve. Depois, você poderá conhecer Yuelley Khamsum Namgyal Chorten, um monumento construído recentemente. Após a caminhada você vai se dirigir de volta para o vale em direção Khuruthang, passando pelo palácio e várias casas de inverno da família real antes de atingir o impressionante Punakha Dzong. Esta antiga fortaleza é a residência de inverno do chefe da ordem monástica e ainda serve como sede administrativa para a região de Punakha. Um piquenique será servido às margens do rio Chu Punak, antes de visitar a aldeia de Lobesa onde uma curta caminhada termina na Chimi Lhakhang, o mosteiro da fertilidade construído em 1499. (Pernoite no Amankora Punakha) Dia 6: De Punakha para Paro. Passaremos novamente pelo Dochu La antes de chegar na cidade de Paro. O hotel Amankora de Paro fica em frente a uma linda floresta de pinheiros. Na parte da tarde, há uma oportunidade para um passeio rápido para as ruínas, ou uma visita a alguns dos mais antigos monumentos religiosos ou um passeio pela rua principal de Paro. As noites no Amankora podem incluir palestras informativas sobre a história, religião, flora e fauna da região ou um filme intrigante sobre o Himalaia. (Pernoite no Amankora Paro) Dia 7: Exploração de Paro. O dia começa com uma visita ao Museu Nacional, alojado no Dzong Ta. Aqui, uma coleção de artefatos fornece uma introdução à rica cultura e patrimônio do reino. Basta uma curta caminhada para chegar ao Paro Dzong, um belo exemplo da arquitetura histórica butanesa. Na parte da tarde, o caminho levará ao monumento mais reverenciado do Butão, o Goemba Taktshang, mais conhecido como "Ninho do Tigre". A caminhada de quatro horas, oferece vistas espectaculares sobre este mosteiro sagrado no alto de uma falésia 900m acima do fundo do vale. (Pernoite no Amankora Paro) Dia 8: Partida. Tansfer de manhã cedo do Hotel Amankora Paro para o aeroporto internacional de Paro. Esse foi o roteiro que recebi duas semanas antes do embarque para o Butão. Os hotéis já estavam pré-agendados sem a possibilidade de mudança, mas o itinerário de cada dia podia ser programado de acordo com o meu interesse. O guia e o motorista foram impecáveis o tempo todo. Esta foi a melhor viagem de 2012! Uma das melhores que já fiz! QUANDO IR Os meses de agosto e setembro são os mais chuvosos e muitos voos chegam a ser cancelados, pois o aeroporto fica encravado no meio das montanhas, portanto não é o ideal. A melhor época vai de outubro a maio, sendo que de novembro a fevereiro pode nevar e as trilhas de trekking no Himalaia fecham. Então, bom mesmo é nos meses de novembro e fevereiro para quem prefere dias mais friozinhos ou de abril a maio para quem prefere dias mais quentes na entrada da primavera. Outubro é o mês dos festivais de dança e de máscaras. A temperatura no país costuma variar entre 0 e 30 graus, sendo que à noite a temperatura sempre cai bastante. Thimpu e Punakha tem temperaturas mais amenas do que Paro e Bumthang que chegam a atingir cinco graus negativos em janeiro. COMO CHEGAR NO BUTÃO As companhias aéreas do rei são o único modo de entrar no país, Druk Air ou Buthan Airlines. Há voos de Delhi e Calcutá (Índia), Katmandu (Nepal) e Bangkok (Tailândia) diretamente à Paro. À partir de Delhi o voo dura 1 hora e trinta minutos. É um voo rápido, mas chegue bem antes ao aeroporto, pois muitas vezes os voos são antecipados ou mesmo sofrem atraso em função da demanda real (o rei é prioridade sempre) e também devido ao clima (boa parte do voo é sobre a Cordilheira do Himalaia). Comprei os bilhetes diretamente pela internet www.drukair.com.bt. Se preferir ter menos trabalho, o hotel providencia as passagens aéreas e o preço é exatamente o mesmo. Aliás, o hotel resolve tudo. INDICAÇÃO DE HOTEL Nada melhor do que bons hotéis para um viagem exótica ficar ainda mais especial e não sair da memória. Indico a cadeia de hotéis Amankora. Eles providenciam tudo, absolutamente tudo. Foram impecáveis quanto ao serviço. Os hotéis são sempre muito bem localizados, quartos maravilhosos, super luxuosos mas em estilo rústico totalmente compatível com a alma butanesa, com massagens deliciosas e restaurantes excelentes. Foi por intermédio deles que programei minha estadia no país. Deu tudo certo. Aliás, foi perfeito! www.amanresorts.com-e-mail: amankora@amanresorts.com VISTO Brasileiros precisam de visto e passaporte com pelo menos seis meses de validade antes de chegar ao Butão. O próprio hotel providencia o visto depois da emissão do bilhete aéreo, do fechamento do itinerário e do envio de uma cópia dos documentos solicitados pela internet. Não deixe para fazer isso em cima da hora. Inicie o processo pelo menos um mês antes da viagem, pois há muita burocracia. MOEDA LOCAL Eles usam o Ngultrum. 100 BTN valem 1,82 dólares ou 3,71 reais Nos hotéis, cartões de crédito são aceitos, mas no comércio (que é bem rudimentar) leve a moeda local. Os hotéis trocam dólares por Ngultrum e no aeroporto também há um pequeno estabelecimento para troca da moeda. IDIOMA Os butaneses falam uma série de dialetos, mas o idioma mais falado é o Dzongkha. Nos hotéis todos falam inglês. Os guias também falam e como não se pode andar em nenhum lugar sem guia e motorista, isso não é problema. |
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ECONOMIA |
O Butão tem sua economia essencialmente baseada na agricultura, extração florestal e na venda de energia hidroelétrica para a Índia. A agricultura, essencialmente de subsistência, e a criação animal, são os meios de vida para 90% da população. É uma das menores e menos desenvolvidas economias do mundo. Em 2004, o Butão foi o primeiro país do mundo a banir o consumo público e a venda de cigarros. Embora a economia do Butão seja uma das menores do mundo, tem crescido rapidamente nos últimos anos, registrando 8% de crescimento em 2005 e 14% de crescimento em 2006. Em 2007, o Butão teve a segunda economia com maior crescimento no mundo, com uma taxa de crescimento de 22,4%. Isso ocorreu, principalmente, devido à Hidrelétrica Power Station Tala, que passou a operar a partir daquele ano. Em 2014, o Produto interno bruto (PIB) butanês foi de US$ 5,235 bilhões, e o PIB per capita foi de US$ 2.133 dólares americanos. |
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ETINIAS |
As maiores etnias são a Bhotia, com 50%, a Nepalesa (Gurung), com 35%, e a Sharchop, com 15%. |
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INDÚSTRIA |
Materiais de Construção (Cimento). |
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PECUÁRIA |
Aves, Bovinos, Ovinos e Suínos. |
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COLONIZAÇÃO |
O país foi colonizado pela índia. Os primeiros a habitarem o Butão chegaram no século VII quando um monge xaolin bem doido de chá de papoula decidiu ir para as montanhas do sul do Tibete armar um mosteiro para ganhar direito treinando kung fu, o problema é que nenhum aluno apareceu e o negócio faliu. Somente muito tempo depois no século XVII, Ngawang Namgyel que deu um calote no Tibete e fugiu para o Butão, encontrou o povo local muito separado e com o intestino preso, foi então que unificou toda a galera e fundou o Butão, tornando-se no primeiro Shabdrung do Butão, "aquele a cujos toletes todos se prostram". |
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DATA DE INDEPENDÊNCIA |
17 de Dezembro de 1907. |
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EDUCAÇÃO |
As crianças aos 6 anos entram na escola, diretamente no que chamamos de pré-primário e depois seguem para as classes subsequentes. No pré-primário nós aprendemos o mais básico das letras do alfabeto, números e rimas. Nos anos seguintes nós estudamos: *Língua inglesa e literatura (em que estudamos desde histórias curtas a Shakespeare e outros autores) *Dzongkha (um dos principais idiomas falados no Butão) e literatura (antiga e originada no Tibet, com épicos do budismo) *Geografia (do Butão e do mundo) *História (do Butão, do mundo e da Índia) *Disciplinas das áreas de exatas: Matemática, Biologia, Química, Física *Disciplinas optativas: Informática e Economia *No período livre, temos atividades físicas variadas. Todas as disciplinas são dadas em inglês, exceto o estudo da língua Dzongkha e literatura do Butão. Nós começamos a aprender inglês oficialmente quando ingressamos na escola, mas inglês também é falado às vezes em muitas casas de famílias urbanas, junto com o idioma local. Temos apenas uma Universidade pública, dentro da qual estão 10 faculdades que abrangem diversas áreas, dentre elas: Educação, Ciências da Saúde, Medicina Tradicional, Letras e Estudos Culturais, Negócios, Ciências e Tecnologia, Ciências e Recursos Naturais. Recentemente, também há uma faculdade privada. Sim, muitas pessoas vão estudar na Índia, que tem a vantagem da proximidade e também baixos custos de estudo. Ou ainda Tailândia, Bangladesh, Sri Lanka e Austrália. Eu mesma estudei na Índia, com uma bolsa de estudos. O governo da Índia fornece cerca de 200 bolsas de estudos anuais para estudantes butaneses. O critério de seleção é principalmente baseado no desempenho acadêmico dos estudantes. Sim, é comum o financiamento por parte do governo indiano dado para estudantes butaneses. Também há muitas organizações não-governamentais internacionais que oferecem bolsas de estudos para os menos favorecidos economicamente. Da educação básica ao “10th Standart” (que corresponderia ao Ensino Médio no Brasil) é gratuito, direito de todo cidadão, sendo financiado pelo governo do Butão. |
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FRONTEIRAS |
A Fronteira Entre O Butão EA China E formas sinuosa UMA LINHA DE 470km de Extensão, Sentido Sul-Norte-Leste, Que separa O Norte do Butão DA Província do Tibete, China. Estende-SE Entre Duas Fronteiras triplas formadas Pelos Dois Países COM A índia. Fica NAS próximidades DOS Paralelos 28º 29º P, na Parte Leste do Himalaia E abriga o Monte Kula Kangri para o, that Segundo algumas Fontes é o Ponto culminante fazer Butão (Segundo Otras E o Gangkhar Puensum). Entre Butão E Índia Fronteira A E A Linha do that Limita OS Territórios Butão E DA Índia. O Ponto de Passagem Desta Fronteira Entre Phuntsholing (Butão) E Jaigaon (India) E UM Única Via de Acesso terrestre AO Butão Aberta Um Estrangeiros, Porque Um Fronteira Butão-China ESTÁ Encerrada Desde há Anos. Indianos E butaneses PODEM TAMBÉM Passar A Fronteira Na Cidade de Samdrup Jongkhar (Capital de Samdrup Jongkhar) um limítrofe SECTOR DA NÃO Oriental Linha. |
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TRAJES TÍPICOS |
Gho. Esta vestimenta vai até a altura dos joelhos e, geralmente ele a amarram com um cinto chamado Kera. Este cinto é grosso e tem compartimentos, servindo para carregar várias coisas. Podemos dizer que é uma pochete. Aaai…você tem horror a homens de pochete? Eu também! De acordo com a tradição, os homens devem carregar sempre um pequena faca na cintura. Os sapatos, geralmente, são botas de couro, no estilo gaúcho, mas hoje em dia são mais usadas em festividades. A maioria dos homens butaneses usa tênis ou sapatos de couro. O Gho pode ter vários estilos mas há dois dados curiosos: Não devem jamais serem floridos e nem totalmente de cor vermelha ou amarela, pois estas cores são usadas pelos monges. O Kira é a roupa tradicional das mulheres. Na verdade, nada mais é do que um pano bem longo e colorido amarrado ao corpo sobre uma blusa de seda estil tibetano chamada Wonju. Elas também usam um cinto e, às vezes, por cima, uma jaquetinha chamada toengo. |
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MINERAÇÃO |
Ardósia. Calcário, carvão, dolomitae e gipsita. |
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ESPORTES |
O tiro com arco, arqueirismo, arqueiria, arqueria ou arquearia é a prática de utilizar um arco e flechas para atingir um alvo, surgiu como atividade de caça e guerra nos primórdios da civilização, com indícios de sua prática ainda na pré-história. A introdução de armas de fogo retirou do arco e flecha sua função bélica, levando-o a um declínio em sua popularidade. A partir dos séculos XVI e XVII, entretanto, a prática passou a ser cada vez mais tratada como desporto, com torneios semelhantes aos atuais surgindo notadamente na Inglaterra. O mais antigo torneio de tiro com arco registrado, o Scorton Arrow, foi disputado em 1673. em Shitzu. O tiro com arco foi introduzido nos Jogos Olímpicos modernos em 1900, sendo disputado até 1920. A discrepância entre as regras aplicadas nos diferentes países fez com que a modalidade ficasse ausente do evento por várias décadas. A partir de 1972, em Munique, com a adoção das regras da Federação Internacional de Tiro com Arco, (FITA), por um número suficiente de países, o tiro com arco voltou à condição de desporto olímpico, a qual mantém até hoje. |
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LEMA |
"A felicidade interno bruta é mais importante que o produto interno bruto". |
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FORÇAS ARMADAS |
O Exército Real do Butão (བསྟན་ སྲུང་ དམག་སྡེ–Mak-de Patan-srung), uma ala pertencente as forças armadas do Reino do Butão, responsáveis pela integridade territorial nacional e salvaguardar a soberania contra ameaças internas e externas, comandadas pelo Chefe Supremo da unidade, o Rei do Butão, Jigme Khesar Namgyal Wangchuck. O segundo na linha de comando, encarregado das operações militares, o Goonglon Gongma (Major-general), Batoo Tshering. Devido ao perigo de invasão por parte dos guerrilheiros do Exército Popular de Libertação, que lutava no Tibet, pela tomada do comunismo naquela nação, além dos combatentes chineses maoistas, a Índia incentiva a criação de um exército para a segurança do território do Butão, e posterior queda da monarquia local, aliada dos indianos, o Exército Real do Butão Real, no ano de 1950. Durante períodos de necessidade de auxílio militar, a Polícia Real do Butão, fica incumbida de acompanhar os militares do exército Real missões de combate. Os indianos passaram a colaborar com a monarquia do Butão, com auxilio econômico e militar, numa tentativa de retirar os butaneses do isolacionista. Inicialmente os recrutas eram convocados apenas durante situações de emergência. Inicialmente cada família era costume ter um membro alistado na força de defesa. No ano de 1958 o efetivo passa para os 2.500 soldados permanentes. Atualmente 8.000 combatentes defendem o território butanês, treinados e armados pelo exército indiano, que mantem oficiais para o treinamento de soldados no Butão, enquanto os oficiais são enviados para a Academia Nacional de Defesa, na cidade indiana de Pune, e para a Academia Militar da Índia, em Dehradun. O governo da Índia mantem desde a década de 1960 no Butão, diversos protestos de infraestrutura de uso comercial e que colaboram com as defesas de ambos países. O Projeto Dantak de um organismo estatal da Índia que realiza a fiscalização e manutenção das estradas localizadas na fronteira, principalmente indiana. São responsáveis pela construção e manutenção de milhares de quilômetros de estradas e pontes, campos de pouso (pequenos aeroportos), heliportos e demais instalações de interesse militar-economico, para Índia e Butão. O Exército Real do Butão não possui força aérea. Dependem da Força Aérea da Índia (Comando Leste), seja para os auxiliarem militarmente ou com assistência médica aérea. |