PAÍS |
Guiné-Bissau |
||||||||||||||||||||
SIGNIFICADO DO NOME |
Guiné talvez derive do termo berbere aguinaoui, que significa negro, preto. |
||||||||||||||||||||
CONTINENTE |
África |
||||||||||||||||||||
BANDEIRA |
|
||||||||||||||||||||
SINIFICADO DA BANDEIRA |
Bandeira da Guiné-Bissau é uma versão mais retangular da bandeira do Benim que só porque trocou a ordem das cores acha que alguém não iria confundir. História Quando Portugal jogou fora a Guiné-Bissau em 1973, em meio a todas aquelas guerras civis teve quem se preocupou em desenhar uma bandeira. É verdade que seja lá quem foi que a desenhou não teve lá essas criatividades toda, apenas pegou as cores pan-bananais inventadas pela Etiópia, no formato da bandeira do Benim e colocaram uns símbolos comunistas negros como homenagem à população afro-descendente que vive na Guiné-Bissau. A estrela negra simboliza o comunismo socialista soviético praticado na África até hoje (lá ainda não chegou a notícia que a União Soviética faliu) onde a guerra civil é distribuída igualmente deixando a população inteira pobre sem desigualdades. A sigla PAIGC (Pinguços Amantes de uma Interminável Guerra Civil) é do partido único ditatorial que manda na Guiné-Bissau, e como a baderna estava tanta até colocaram a sigla na bandeira (ou a bandeira na sigla?). Para você ter uma ideia, é mais ou menos como se no Brasil colocassem uma imensa estrela vermelha com a sigla PT no meio da bandeira. Significados Amarelo- Simboliza a riqueza que vai pelo ralo com a guerra civil que não acaba. Verde- Simboliza a selva onde os guerrilheiros se escondem. Vermelho- Simboliza a guerra civil que não acaba. |
||||||||||||||||||||
MAPA |
|
||||||||||||||||||||
BRASÃO |
O Brasão de Armas da Guiné-Bissau foi adoptado pouco depois de o país ter ficado independente de Portugal em 1973. Proeminente está uma estrela negra, parte do tradicional simbolismo Pan-Africano e frequentemente referenciada como a estrela Negra de África. Uma concha no fundo, une dois ramos de oliveira simétricos. A concha é simbólica da localização do país na costa Oeste de África. |
||||||||||||||||||||
HINO |
Sol, suor, o verde e o mar, Séculos de dor e esperança; Esta é a terra dos nossos avós! Fruto das nossas mãos, Da flôr do nosso sangue: Esta é a nossa pátria amada. Coro: Viva a pátria gloriosa! Floriu nos céus a bandeira da luta. Avante, contra o jogo estrangeiro! Nós vamos construir Na pátria imortal A paz e o progresso! Nós vamos construir Na pátria imortal A paz e o progresso! paz e o progresso! Ramos do mesmo tronco, Olhos na mesma luz: Esta é a força da nossa união! Cantem o mar e a terra A madrugada e o sol Que a nossa luta fecundou. Coro |
||||||||||||||||||||
SIGNIFICADO DO HINO |
Esta é a Nossa Pátria Bem Amada é o hino nacional da Guiné-Bissau. Foi escrito em 1963 por Amílcar Lopes Cabral enquanto lutava pela independência da Guiné-Bissau e de Cabo Verde. Quando visitou a China, Cabral escutou uma música criada pelo compositor local Xiao He e logo o chamou para compor a melodia do futuro hino, que foi adotado durante a declaração de independência do país, em 24 de setembro de 1974. Cabo Verde também utilizou a obra como hino nacional entre 1975 e 1996, quando substituiu pelo atual hino Cântico da Liberdade. |
||||||||||||||||||||
CAPITAL |
Bissau |
||||||||||||||||||||
MOEDA |
Franco CFA ocidental |
||||||||||||||||||||
ARQUIPÉLAGOS |
O Arquipélago dos Bijagós faz parte da Guiné-Bissau e é constituído por 88 ilhas situadas ao largo da costa africana, compondo uma área protegida, classificadas pela UNESCO em 1996 como reserva da biosfera. Esta reserva conta com uma diversificada fauna na qual se contam, entre outras espécies aves pernaltas, crocodilos, hipopótamos, lontras, macacos e tartarugas marinhas. O Arquipélago O governo da Guiné-Bissau criou dois grandes Parques Nacionais Marinhos (Parque Nacional de João Vieira Poilão (PNMJVP) e Parque Nacional de Orango (PNO) e uma Área Marinha Protegida Comunitária das Ilhas Formosa, Nago e Tchedia (Urok). O arquipélago tem uma área total de 2 624 km² e uma população orçada em cerca de 30.000 habitantes (2006). Apenas 20 das ilhas têm populações significativas, já que a maioria ou são desabitadas ou têm populações muito reduzidas. A população fala maioritariamente o Bijagó e professa religiões animistas: são profundamente crentes e dedicam cerca de cem dias por ano a rituais religiosos. O arquipélago conta com ampla autonomia administrativa. Entre as 88 ilhas pertencentes ao arquipélago, salientam-se: Bolama, Bubaque, Caravela, Formosa, Galinhas, Ilha de Uno, João Vieira, Maio, Orango, Poilão, Ponta, Roxa e Rubane. A ilha de Orango é a mais distante do continente. Esta ilha tem muitos tipos de clima, desde o mais seco nas zonas de pouco pasto, savana, até uma muito húmido, quando se entra no meio da vegetação. Tem também muita fauna por explorar e documentar. |
||||||||||||||||||||
CLIMA |
Situada aproximadamente a meia distância entre o Equador e o Trópico de Câncer, a Guiné-Bissau tem clima tropical, caracteristicamente quente e húmido. Há duas estações distintas: a estação das chuvas e a estação seca. O território insular, composto por mais de 80 ilhas, exibe algumas das melhores praias da África Ocidental. A estação das chuvas estende-se de meados de Maio até meados de Novembro, com maior pluviosidade em Julho e Agosto. A estação seca corresponde aos restantes meses do ano. Os meses de Dezembro e Janeiro são os mais frescos. No entanto, as temperaturas são muito elevadas durante todo o ano. |
||||||||||||||||||||
CONDADOS |
O país não possui Condados. |
||||||||||||||||||||
DUCADOS |
O país não possui Ducados. |
||||||||||||||||||||
ILHAS |
Bubaque é uma das ilhas do Arquipélago dos Bijagós na Guiné-Bissau e também é o nome da sua principal cidade. A ilha é conhecida por sua vida selvagem e tem uma área florestal muito grande. É ligada por balsa a Bissau e tem um aeroporto. Galinhas é a ilha mais a nordeste do Arquipélago dos Bijagós, Guiné-Bissau, com cinquenta km² de área e uma população estimada de 1.500 habitantes. Está situada a sudoeste da Ilha de Bolama, da qual está separada por um canal com 4,5 km de largura, e a cerca de 60 km a sudoeste de Bissau, a capital da Guiné-Bissau. Os principais povoados da ilha são Ambancana, Ametite, Acampamento, Ancano e Anchorupe. Durante o período colonial funcionou na ilha uma prisão, designada por "Colónia Penal e Agrícola da Ilha das Galinhas", entretanto abandonada. Canhabaque, também conhecida por Roxa, é uma ilha do Arquipélago dos Bijagós, na costa ocidental africana. A ilha tem 111km² de área. A ilha de Roxa é ligeiramente elevada e coberta de vegetação. A ilha de Bolama localiza-se no arquipélago dos Bijagós, na Guiné-Bissau. É a ilha mais próxima do território continental da Guiné-Bissau, e é o nome da principal cidade, capital da região de Bolama. A sua população era de 10.014 (est. 2008). A ilha é rodeada por manguezal. A Ilha de Orango faz parte do Arquipélago dos Bijagós. De acordo com as crenças religiosas da população local, o hipopótamo é um animal sagrado, pelo que não pode ser morto ou ferido. Poilão é uma das ilhas do Arquipélago dos Bijagós na Guiné-Bissau. Sendo considerado um local sagrado pelo povo Bijagó, estes não permitem o derrame na ilha de sangue humano ou animal. Devido a essa crença, a ilha tornou-se o mais importante local na costa Africana para a desova da tartaruga-verde. Esta ilha, com aproximadamente 43 ha, tem pouco mais que 1000 m de comprimento ao longo do maior eixo e pouco relevo. As praias arenosas ocupam 2,3km dos 4km de costa. O interior da ilha está coberto por uma floresta tropical húmida e muito densa. O clima é tropical de monção, sendo a época das chuvas bem definida, entre Maio e Novembro. Na ilha as espécies de flora predominantes são: as árvores Poilão (Ceiba pentandra), Cabaceira (Adansonia digitata) e Figueira (Ficus exasperata) ou Po-di-lixa (em crioulo); o arbusto Três-folhas (Allophylus africanus) e, nas praias, a planta rasteira Lacacon (em crioulo) (Ipomoea pes-caprae). Uno é uma ilha do Arquipélago dos Bijagós. Lista de ilhas da Guiné-Bissau é uma lista das ilhas que integram a Guiné-Bissau. São as seguintes: Bolama, Bubaque, Carache, Caravela, Enu, Formosa, Galinhas, Jata (ou Jeta), João Vieira, Maio, Melo, Meneque, Orango, Orangozinho, Pecixe, Poilão, Ponta, Roxa (ou Canhabaque), Rubane, Soga, Unhacomo, Uno e Uracane. |
||||||||||||||||||||
PRINCIPADOS |
O país não possui Principados. |
||||||||||||||||||||
FAUNA |
Phrynobatrachus natalensis é uma espécie de anfíbio da família Petropedetidae. Distribuição geográfica Pode ser encontrada nos seguintes países: Angola, Benin, Botswana, Burundi, Camarões, República Centro-Africana, República do Congo, República Democrática do Congo, Costa do Marfim, Eritrea, Etiópia, Gâmbia, Gana, Guiné, Guiné-Bissau, Quénia, Libéria, Malawi, Mali, Moçambique, Namíbia, Nigéria, Ruanda, Senegal, Serra Leoa, África do Sul, Sudão, Suazilândia, Tanzânia, Togo, Uganda, Zâmbia, Zimbabwe, e possivelmente Burkina Faso, Chade, Lesoto e Mauritânia. Habitats Os seus habitats naturais são: florestas secas tropicais ou subtropicais, florestas subtropicais ou tropicais húmidas de baixa altitude, regiões subtropicais ou tropicais húmidas de alta altitude, savanas áridas, savanas húmidas, matagal árido tropical ou subtropical, matagal húmido tropical ou subtropical, campos de gramíneas subtropicais ou tropicais secos de baixa altitude, campos de gramíneas de baixa altitude subtropicais ou tropicais sazonalmente húmidos ou inundados, campos de altitude subtropicais ou tropicais, rios, rios intermitentes, pântanos, lagos de água doce, marismas de água doce, marismas intermitentes de água doce, terras aráveis, pastagens, jardins rurais, áreas urbanas, florestas secundárias altamente degradadas, lagoas e áreas agrícolas temporariamente alagadas. Pseudhymenochirus merlini é uma espécie de anfíbio da família Pipidae. É a única espécie do género Pseudhymenochirus. Pode ser encontrada nos seguintes países: Guiné, Guiné-Bissau e Serra Leoa. Os seus habitats naturais são: florestas subtropicais ou tropicais húmidas de baixa altitude, rios, marismas de água doce e marismas intermitentes de água doce. Ptychadena mascareniensis é uma espécie de anfíbio da família Ranidae. Distribuição geográfica Pode ser encontrada nos seguintes países: Angola, Botswana, Camarões, República Centro-Africana, República Democrática do Congo, Costa do Marfim, Egipto, Guiné Equatorial, Etiópia, Gabão, Gana, Guiné, Guiné-Bissau, Quénia, Libéria, Madagáscar, Malawi, Maurícia, Moçambique, Namíbia, Nigéria, Ruanda, Reunião, Senegal, Seychelles, Serra Leoa, África do Sul, Sudão, Tanzânia, Zâmbia e Zimbabwe. Habitats Os seus habitats naturais são: florestas secas tropicais ou subtropicais, florestas subtropicais ou tropicais húmidas de baixa altitude, pântanos subtropicais ou tropicais, regiões subtropicais ou tropicais húmidas de alta altitude, savanas áridas, savanas húmidas, matagal árido tropical ou subtropical, matagal húmido tropical ou subtropical, matagais mediterrânicos, campos de gramíneas subtropicais ou tropicais secos de baixa altitude, campos de gramíneas de baixa altitude subtropicais ou tropicais sazonalmente húmidos ou inundados, campos de altitude subtropicais ou tropicais, rios, rios intermitentes, áreas húmidas dominadas por vegetação arbustiva, pântanos, lagos de água doce, lagos intermitentes de água doce, marismas de água doce, marismas intermitentes de água doce, costas arenosas, terras aráveis, pastagens, plantações , jardins rurais, áreas urbanas, florestas secundárias altamente degradadas, áreas de armazenamento de água, lagoas, lagoas para aquicultura, terras irrigadas, áreas agrícolas temporariamente alagadas e canals e valas. Ptychadena oxyrhynchus é uma espécie de anfíbio da família Ranidae. Pode ser encontrada nos seguintes países: Angola, Benin, Botswana, Camarões, República Centro-Africana, Chade, República do Congo, República Democrática do Congo, Costa do Marfim, Gâmbia, Gana, Guiné, Guiné-Bissau, Quénia, Malawi, Mali, Moçambique, Namíbia, Nigéria, Senegal, África do Sul, Suazilândia, Tanzânia, Togo, Uganda, Zâmbia, Zimbabwe, e possivelmente Burkina Faso, Burundi, Níger, Ruanda e Sudão. Os seus habitats naturais são: florestas secas tropicais ou subtropicais, savanas áridas, savanas húmidas, matagal húmido tropical ou subtropical, pântanos, marismas intermitentes de água doce, terras aráveis, pastagens, jardins rurais, florestas secundárias altamente degradadas, canais e valas. Ptychadena tournieri é uma espécie de anfíbio da família Ranidae. Pode ser encontrada nos seguintes países: Costa do Marfim, Gâmbia, Guiné, Guiné-Bissau, Libéria, Senegal e Serra Leoa. Os seus habitats naturais são: florestas subtropicais ou tropicais húmidas de baixa altitude. Pharotis imogene é uma espécie de morcego da família Vespertilionidae. Endêmica da Papua-Nova Guiné, é conhecida apenas por 45 espécimes coletados em 1890 na região de Kamali no baixo rio Kemp Welch, na Província Central. É a única espécie do gênero Pharotis. |
||||||||||||||||||||
FLORA |
Guiné-Bissau contém em seu território vários ecossistemas e, consequentemente, uma grande variedade de espécies vegetais e animais. Especialmente interessante é a fauna própria das zonas pantanosas que se criam nos estuários dos rios. |
||||||||||||||||||||
RELEVO |
O relevo é monótono, podendo a Guiné considerar-se uma grande peneplanície, baixas, cujas maiores altitudes só raramente atingem os 300 m, já nos contrafortes do Futa Djalon ocidental. |
||||||||||||||||||||
HIDROGRAFIA |
A Guiné apresenta um facies hidrográfico bastante complexo, constituído por rias e rios, nos quais se pode distinguir duas zonas: Zona litoral, sujeita à influência das marés, na qual se encontram as seguintes rias: Sucujaque, Cacheu, Calequisse, Mansoa, Bissau, Grande de Buba, Tombali, Ganjola, Cumbijã e Cacine; Zona interior, com cursos de água doce e de regime irregular, na qual se encontram as bacias hidrográficas dos rios:Corubal, Farim e Geba. Existem ainda inúmeras lagoas. |
||||||||||||||||||||
SUBDIVISÕES |
|
||||||||||||||||||||
VEGETAÇÃO |
Tropical densa. |
||||||||||||||||||||
IDIOMAS |
Apenas uma pequena minuria da população do país tem o português, a língua oficial que é o idioma usado pelo governo desde os anos coloniais, como língua materna, e cerca de 27,1% dos guineenses conseguem falar esse idioma, principalmente como segunda língua. Cerca de 90,4% da população fala kriol, uma língua crioula baseada no português e que é efetivamente a língua nacional de comunicação. O restante fala uma variedade de línguas africanas nativas de suas etnias. A maioria dos portugueses e mestiços falam uma das línguas africanas e o crioulo como segunda língua. O francês é ensinado nas escolas, porque o país é cercado por nações de língua francesa, além de ser membro da Francofonia. |
||||||||||||||||||||
CULINÁRIA |
Guiné-Bissau possui uma rica gastronomia, uma mistura de comida portuguesa e africana. Sua gastronomia tradicional é caracterizada por paladares intensos e apimentados, onde o limão e a malagueta são condimentos indispensáveis. O arroz é a base principal da alimentação, e quando cozido, é chamado por bianda, no qual se adiciona o mafé, nome atribuído aos molhos e caldos, geralmente feitos de peixe, maricos, galinha ou carne. O chabéu e o óleo de palma, são as gorduras vegetais da região. A respeito dos legumes, utiliza-se geralmente baguitche, a candja (quiabo) e ao djagato para acompanhar com o arroz. Atcheque Suas receitas são muito marcadas pela presença de frutos do mar e suas ostras são conhecidas como as maiores do mundo. As comidas mais típicas de Guiné-Bissau são: Caldo de Mancarra (caldo de amendoim), Tieboudienne (guisado de peixe, com arroz e legumes). Os turistas, em seus passeios, podem experimentar carne de macaco. |
||||||||||||||||||||
RELIGIÕES |
Ao longo do século XX, a maioria dos guineenses praticava alguma forma de animismo. No início do século XXI, muitos se converteram ao islamismo, que hoje é praticado por 50% da população do país. A maioria dos muçulmanos da Guiné-Bissau é da denominação sunita, sendo que cerca de 2% pertencem à seita Ahmadi. O cristianismo é seguido por cerca de 10% da população do país e 40% continuam a manter as crenças nativas. Essas estatísticas podem ser enganadoras, no entanto, como muitos moradores praticam formas sincréticas das religiões islâmica e cristã, combinando suas práticas com as crenças tradicionais africanas. |
||||||||||||||||||||
POLÍTICA |
A Guiné-Bissau é uma república. No passado, o governo havia sido altamente concentrado no governo central. A descentralização da administração não foi estabelecida até meados de 1991. O presidente é o chefe de Estado e o primeiro-ministro é o chefe de governo. O poder legislativo, a unicameral Assembleia Nacional Popular da Guiné-Bissau é a instituição máxima e é composta por 100 membros. Eles são eleitos pelo voto popular a partir de círculos pronominais para um mandato de quatro anos. O sistema judicial é dirigido por um Supremo Tribunal da Justiça, composto por nove juízes nomeados pelo presidente. João Bernardo "Nino" Vieira foi eleito em 2005 como presidente da Guiné-Bissau como um Estado independente, sendo vencedor declarado do segundo turno das eleições pelo Comité Nacional de Eleições. Vieira voltou ao poder em 2005, seis anos depois de ter sido afastado do cargo durante uma guerra civil. Anteriormente, ele ocupou o poder por 19 anos após a tomada do poder em 1980 em um golpe de Estado. Nessa ação, derrubou o governo de Luís Cabral. Vieira foi morto em 2 de março de 2009, possivelmente por soldados em retaliação pelo assassinato do General Batista Tagme Na Waie. A morte de Vieira não provocou violência generalizada, mas houve sinais de turbulência no país, de acordo com o grupo de defesa Swisspeace. Malam Bacai Sanhá foi eleito após uma transição. Na eleição de 2009 para substituir Vieira, Sanhá foi o candidato presidencial do Partido Africano para a Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC), enquanto Kumba Ialá foi o candidato presidencial do PRS. Em 2012, o presidente Malam Bacai Sanhá morreu. Ele pertencia ao PAIGC, um dos dois principais partidos políticos da Guiné-Bissau, juntamente com o PRS Partido de Renovação Social (PRS). Há outros 20 partidos menores. Após a morte de Sanhá, organizaram-se eleições presidenciais ainda durante o ano de 2012. Esse processo eleitoral não chegou a ser concluído, tendo o país entrado novamente em período de transição, que terminou com o ato eleitoral do dia 13 de Abril de 2014. Nesse dia o povo guineense votou quer para as eleições presidenciais, quer para as eleições legislativas. José Mário Vaz, apoiado pelo Partido Africano da Independência da Guiné-Bissau e Cabo Verde (PAIGC), obteve 61,9% dos votos na segunda volta das eleições presidenciais enquanto que o candidato Nuno Nabian, candidato independente apoiado pelo Partido da Renovação Social (PRS) recolheu 38,1%. Relativamente às eleições legislativas, o PAIGC conquistou a maioria absoluta, com 55 dos 102 lugares da Assembleia Nacional Popular. Em segundo lugar ficou o Partido da Renovação Social (PRS) elegendo 41 deputados. Domingos Simões Pereira, presidente do PAIGC, tornou-se assim, por inerência, o primeiro-ministro. Após pouco mais de um ano em funções, o Governo de Domingos Simões Pereira foi demitido por decreto presidencial a 12 de Agosto de 2015. A 20 de Agosto de 2015 o presidente José Mário Vaz nomeia, à revelia do PAIGC, Baciro Djá como novo primeiro-ministro da Guiné-Bissau. No entanto o Supremo Tribunal de Justiça (que na falta de um Tribunal Constitucional assume essas funções) julgou inconstitucional a nomeação de Baciro Djá, pelo que ele é exonerado de suas funções no dia 8 de Setembro de 2015. A 17 de Setembro de 2015 - e após intensas negociações entre o presidente da república e o PAIGC - Carlos Correia é nomeado Primeiro-Ministro da Guiné-Bissau, a 12 de Outubro de 2015 e tomado posse no dia seguinte. |
||||||||||||||||||||
TURISMO |
Bissau (197.610 habitantes) é uma pequena e tranquila cidade com um inconfundível sabor de Portugal em suas ruas. Vale a pena ser visitados o Museu Nacional e o Centro Artístico Juvenil, onde se preparam os jovens artistas do país e pode-se obter boas peças a preços razoáveis. O Palácio Nacional é outro edifício significativo, embora não se pode tirar fotografias. O porto e suas ruas confinantes são o canto mais português da cidade e supõe um agradável passeio, igual que o barulhento Mercado Central, onde principalmente se vende comida, mas também pode-se encontrar artesanatos. O ARQUIPÉLAGO BIJAGOS São um grupo de pequenas ilhas na costa de Bissau, muitas delas estão desabitadas e em outras só há pequenas comunidades de pescadores. Bolama é a mais perto do continente, e nela há excelentes praias. Não há alojamento, mas a hospitalidade dos nativos garante a comida e um lugar para dormir. Em Bubaque, mais urbanizada, pode-se passar tranquilamente o dia passeando pelos palmerais e bosques ou tomando sol nas magníficas praias. A mais renomada é Praia Bruce. As dezoitos ilhas fazem do arquipélago uma Reserva da Biosfera. Bubaque e Bolama são as mais fáceis de se visitar. Nas mais remotas, pode-se visitar praias selvagens e conhecer a cultura e tradição indígena CACHEU Cacheu é uma tranquila vila na costa noroeste de Bissau, e tem como principal atrativo o forte onde o pirata inglês Sir Francis Drake lutou contra os portugueses em 1567. Local calmo e agradável, possui um forte do século XVI, onde sir Francis Drake e John Hawkins lutaram contra os portugueses em 1567. Próximo à cidade, o Parque Natural Cacheu possui uma área de pântano que pode ser visitada alugando-se botes na região. VERELA À poucos quilometros de Senegal, está população oferece excelentes praias, quase virgens e com a possibilidade de acampar na mesma praia. |
||||||||||||||||||||
ECONOMIA |
O produto interno bruto (PIB) per capita da Guiné-Bissau é um dos mais baixos do mundo, enquanto que o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) também é um dos piores do planeta. Mais de dois terços da população vive abaixo da linha da pobreza. A economia depende principalmente da agricultura; castanha de caju, nozes e peixes moídas são os seus principais produtos de exportação. Um longo período de instabilidade política resultou em uma atividade econômica deprimida, na deterioração das condições sociais e no aumento dos desequilíbrios macroeconómicos. Leva mais tempo, em média, para registrar um novo negócio na Guiné-Bissau (233 dias ou cerca de 33 semanas) do que em qualquer outro país do mundo, exceto o Suriname. A Guiné-Bissau começou a mostrar alguns avanços econômicos depois que um pacto de estabilidade foi assinado pelos principais partidos políticos do país, levando a um programa de reforma estrutural que foi auxiliado pela Fundo Monetário Internacional (FMI). Os principais desafios para o país no período que se avizinha são atingir a disciplina fiscal, reconstruir a administração pública, melhorar o clima económico para o investimento privado e promover a diversificação económica. Depois que o país tornou-se independente de Portugal em 1974, devido à Guerra Colonial Portuguesa e a Revolução dos Cravos, o rápido êxodo de civis, militares e autoridades políticas portuguesas resultou em danos consideráveis à infraestrutura econômica, ordem social e qualidade de vida do país. Após vários anos de recessão econômica e instabilidade política, em 1997, Guiné-Bissau entrou no sistema monetário Franco CFA, o que trouxe alguma estabilidade monetária interna. A guerra civil, que ocorreu em 1998 e 1999, e um golpe militar em setembro de 2003 novamente interromperam a atividade econômica, deixando uma parte substancial da infraestrutura econômica e social em ruínas e intensificando a pobreza já generalizada da população. Após as eleições parlamentares de março de 2004 e as eleições presidenciais em julho de 2005, o país está tentando se recuperar do longo período de instabilidade, apesar de situação política ainda frágil. O país também é membro da Organização para a Harmonização em África do Direito dos Negócios (OHADA). Por volta de 2005, os narcotraficantes com base na América Latina começaram a usar Guiné-Bissau, juntamente com várias nações da África Ocidental, como um ponto de transbordo de cocaína para a Europa. A nação foi mencionada por um funcionário das Nações Unidas por estar em risco para se tornar um "narco-Estado". O governo e os militares têm feito pouco para impedir o tráfico de drogas, que aumentou após o golpe de Estado de 2012. |
||||||||||||||||||||
ETINIAS |
A população da Guiné-Bissau é etnicamente diversa e tem muitas línguas, costumes e estruturas sociais distintos. Ela pode ser dividida nos seguintes grupos étnicos: fulas e os povos de língua mandinga, que compõem a maior parte da população e estão concentrados no norte e nordeste do território; os balantas, que vivem nas regiões costeiras do sul; e os mandjacos, que ocupam as áreas costeiras do centro e norte. A maioria do restante são mestiços, com ascendência mista de portugueses e africanos, além de uma minoria de Cabo Verde. Os nativos de Portugal compreendem atualmente uma percentagem muito pequena da população do país. Depois que Guiné-Bissau conquistou a independência, a maioria dos cidadãos portugueses deixou o país. O país tem uma pequena população de chineses. Estes incluem comerciantes de ascendência portuguesa e chinesa de Macau, uma antiga colónia portuguesa na Ásia. |
||||||||||||||||||||
INDÚSTRIA |
Alimentícia, bebidas (cerveja), beneficiamento de algodão. |
||||||||||||||||||||
PECUÁRIA |
Búfalos e Vacas. |
||||||||||||||||||||
COLONIZAÇÃO |
Antes da chegada dos Europeus e até o século XVII, a quase totalidade do território da Guiné-Bissau integrava o reino de Gabu, tributário do legendário Império Mali, dos mandingas, que florescera a partir de 1235 e subsistiu até o século XVIII. Os grupos étnicos eram os balantas, os fulanis, os mandayakos e os molinkes. O primeiro navegador e explorador europeu a chegar à costa da atual Guiné-Bissau foi o português Nuno Tristão, em 1446. A colonização só tem início em 1558, com a fundação da vila de Cacheu. A princípio somente as margens dos rios e o litoral foram exploradas. A colonização do interior só se dá a partir do século XIX. No século XVII, foi instituída a Capitania-Geral da Guiné Portuguesa. Mais tarde, durante o Estado Novo de Salazar, a colónia passaria a ter o estatuto de província ultramarina, com o nome de Guiné Portuguesa. A vila de Bissau foi fundada em 1697, como fortificação militar e entreposto de tráfico de escravos. Posteriormente elevada a cidade, tornar-se-ia a capital colonial, estatuto que manteve após a independência da Guiné-Bissau. |
||||||||||||||||||||
DATA DE INDEPENDÊNCIA |
Em 1956, Amílcar Cabral liderou fundação do Partido Africano para a Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC), que, no início da década de 1960, iniciou a luta armada contra o regime colonial. Cabral foi assassinado em 1973, em Conacri, num atentado que o PAIGC atribuiu aos serviços secretos portugueses mas que, na verdade, fora perpetrado por um grupo de guineenses do próprio partido, que acusavam Cabral de estar dominado pela elite de origem cabo-verdiana. Apesar da morte do líder, a luta pela independência prosseguiu, e o PAIGC declarou unilateralmente a independência da Guiné-Bissau em 24 de setembro de 1973. Nos meses que se seguiram, o ato foi reconhecido por vários países, sobretudo comunistas e africanos. Todavia Portugal só reconheceu a independência da Guiné-Bissau em 10 de setembro de 1974, após a Revolução dos Cravos- ela própria devida, em larga medida, ao impasse em que caíra o esforço bélico português na pequena colónia. Os portugueses começaram então a abandonar a capital, Bissau, ainda em seu poder. |
||||||||||||||||||||
EDUCAÇÃO |
A educação é obrigatória a partir dos 7 anos de idade. A matrícula dos meninos é mais alta do que a de meninas. O trabalho infantil é muito comum no país. Em 2011, a taxa de alfabetização foi estimada em 55,3% (68,9% do sexo masculino, e 42,1% do sexo feminino). Por outro lado, Guiné-Bissau tem várias escolas secundárias (em geral, assim como técnica) e um surpreendente número de universidades, sendo que as institucionalmente autônomas, como a Escola Nacional de Administração, a Escola Superior de Educação, a Faculdade de Direito e a Faculdade de Medicina, têm de ser mencionadas. A única universidade pública do país é a Universidade Amílcar Cabral. Em 1998, a taxa de escolarização primária bruta era de 53,5%, com uma taxa maior para o sexo masculino (67,7%) em relação ao sexo feminino (40%). Desde 2001, a Guiné-Bissau tem se recuperado do conflito civil de 1999, mas a guerra civil e conflitos posteriores deslocaram um terço da população, destruíram muitas escolas e impediram que a maioria das crianças e jovens frequentassem a escola por, pelo menos, metade de um ano. |
||||||||||||||||||||
FRONTEIRAS |
A fronteira entre a Guiné e a Guiné-Bissau é a linha de 386 km de extensão, sentido norte-sul, que separa o leste da Guiné-Bissau do território da Guiné. No norte se inicia na tríplice fronteira Guiné/Guiné-Bissau/Senegal, vai para o sudoeste, passa nas proximidades de Nova Lamego e Madina do Boé em Bissau e vai até o litoral do Oceano Atlântico. Separa a região de Gabu da Bissau da região de Boké da Guiné, planície Fouta Djalon. Ambas nações foram inicialmente exploradas por Portugal desde o século XVI. A Guiné passa a ser colônia francesa em 1890 e obtém a independência em 1958. A Guiné-Bissau é colônia portuguesa que se torna independente em 1974, junto com Cabo Verde. A Fronteira data da transferência da Guiné de Portugal para a França em 1890. A fronteira entre a Guiné-Bissau e o Senegal é a linha de 338km de extensão, direção oeste-leste, que separa o sul ocidental do Senegal do território da Guiné-Bissau. Do litoral do Oceano Atlântico, Cabo Roxo, vai para leste num trecho de suave sinuosidade quase paralelo ao Rio Casamansa. Ao Rio Gâmbia e fronteiras de Gâmbia que ficam ao norte dessa fronteira. A partir do meridiano 15° O é uma linha reta, na direção dos Paralelos, pouco ao sul do paralelo 13° N, que vai até a tríplice fronteira com a Guiné no leste. Separa, do litoral para leste, as regiões: Do Senegal-Ziguinchor, Kolda, Tambacounda Da Bissau-Cacheu, Oio, Bafatá, Gabu A Guiné-Bissau foi colônia portuguesa desde o início do Tráfico de Escravos no século XVI e obteve sua independência, juntamente com Cabo Verde em 1974. Os franceses chegam ao Senegal no século XVII. A nação passa a ser colônia em 1854, a independência ocorre em 1958, junto com o Mali. Ambos países formam uma federação independente que dura um ano. Esses fatos marcaram a formação dessa fronteira. |
||||||||||||||||||||
TRAJES TÍPICOS |
As pessoas usam túnicas estampadas, ou panos amarrados no corpo, tipo canga de praia, mas com formas diferentes. Tudo supercolorido! Os penteados são fofos, cheios de trancinhas, miçangas ou coquinhos, mas muitas meninas e mulheres usam turbantes. Cada etnia amarra diferente. Os meninos e os homens têm o hábito de usar um monte de colares, e tem mais homens que mulheres que costuram os vestidos. |
||||||||||||||||||||
MINERAÇÃO |
Minérios de Cobre. |
||||||||||||||||||||
ESPORTES |
O futebol, também referido como futebol de campo, futebol de onze e, controversamente, futebol associado (em inglês: association football, football, soccer), é um desporto de equipe jogado entre dois times de 11 jogadores cada um e um árbitro que se ocupa da correta aplicação das normas. É considerado o desporto mais popular do mundo, pois cerca de 270 milhões de pessoas participam das suas várias competições. É jogado num campo retangular gramado, com uma baliza em cada lado do campo. O objetivo do jogo é deslocar uma bola através do campo para colocá-la dentro da baliza adversária, ação que se denomina golo ou gol. A equipe que marca mais gols ao término da partida é a vencedora. O jogo moderno foi criado na Inglaterra com a formação da The Football Association, cujas regras de 1863 são a base do desporto na atualidade. O órgão regente do futebol é a Federação Internacional de Futebol (em francês: Fédération Internationale de Football Association), mais conhecida pela sigla FIFA. A principal competição internacional de futebol é a Copa do Mundo FIFA, realizada a cada quatro anos. Este evento é o mais famoso e com maior quantidade de espectadores do mundo, o dobro da audiência dos Jogos Olímpicos. |
||||||||||||||||||||
LEMA |
"Unidade, Luta, Progresso" |
||||||||||||||||||||
FORÇAS ARMADAS |
O exército é a componente terrestre das forças armadas da maioria dos países, em contraste com as suas componentes naval (marinha) e aérea (força aérea). Contudo, o termo "exército" ou "exércitos" são usados em alguns países para designarem a totalidade das forças armadas. Nalguns destes casos, a componente terrestre pode ser designada "exército de Terra", a aérea "exército do Ar" e a naval "exército do Mar". O termo "exército" também pode ser usado para se referir a uma fração de um exército nacional, referindo-se a uma grande unidade militar, que agrupa normalmente vários corpos de exército. No passado, o exército também era designado pelo termo "armada", vindo do latim "armata" (dotado de armas). Etimologicamente, vêm do termo "armata" as designações correspondentes a "exército" em algumas línguas, como a inglesa (army) ou a francesa (armée). Noutras línguas, termos com origem em armata são usados para designar o exército apenas como fração, usando-se outro termo para designar a totalidade das forças terrestre de um país. É o caso da língua italiana (armata por oposição a esercito) e língua alemã (Armee por oposição a Heer). Hoje em dia, na língua portuguesa, o termo "armada", praticamente, só é utilizado no sentido de força naval. A marinha é o conjunto das organizações e dos meios (pessoal, equipamentos, infraestruturas e outros recursos) dedicados às atividades marítimas, sobre tempo de guerra ou paz. A marinha subdivide-se em: Marinha de guerra ou Armada (caso de Guerra Naval): organização militar responsável e encarregue da defesa e policiamento naval de um país, quer em ambiente marítimo quer nos ambientes fluvial, lacustre e aéreo - marítimo ou aéreo - naval; Observação: Quando "Armada" (em tempo de Guerra): também é responsável, se torna responsável em caso de guerra naval pela Marinha Mercante também, estabelecendo chefias - navais. Em alguns países, esse estado de guerra, faz - se necessário o denominado de "estandarte de guerra", muda a bandeira em alguns países a nível da Armada e, em alguns casos do próprio país quando "Guerra Total Nacional", Marinha mercante: conjunto das organizações - navais encarregue e dos meios civis em tempo de paz; e dedicados às atividades marítimas - navais, de características fluviais e lacustres. Além de incluir as atividades portuárias e auxiliares comuns aos seus vários ramos navais, a marinha mercante subdivide-se em: Marinha de comércio ou Transporte (em tempo de guerra): que reúne os meios dedicados ao transporte de mercadorias (equipamentos, em tempo de guerra) e de pessoas (soldados, em tempo de guerra); Marinha de pesca: que reúne os meios dedicados à pesca; Marinha de recreio (espionagem, em tempo de guerra): que reúne os meios dedicados ao desporto e outras atividades de recreativas. A aeronáutica é a atividade e o estudo da locomoção aérea no interior da atmosfera terrestre, bem como dos meios utilizados para esse fim (aeronaves). A locomoção aérea fora da atmosfera terrestre (acima dos 200.000m de altitude) passa a estar incluída no âmbito da astronáutica. |