GEOGRAFIA PURA

PAÍS

Burkina-Fasso

SIGNIFICADO DO NOME

Burkina Fasso significa “terra dos homens justos”, “terra dos homens honestos” ou “terra dos incorruptíveis”. O país era anteriormente chamado de Alto Volta. O nome foi mudado em 1984 pelo presidente Thomas Sankara, que tomou o poder em um golpe de Estado no ano anterior. As duas palavras do nome são das duas principais línguas do país: “Burkina” do Moré e “Faso” do Dioula.

Alto Volta: por causa dos dois principais rios formadores do rio Volta, que nascem em Burkina Faso.

CONTINENTE

África

BANDEIRA

SINIFICADO DA BANDEIRA

Bandeira da Burkina Faso é uma esquisita bicolor horizontal entre vermelho e verde com uma estrela comunista no centro para lembrar o quanto o país é retrógrado, lembrando também da singela homenagem aos seus colonizadores franceses que levaram para lá a tecnologia da purpurina e Burkina Faso nunca mais foi a mesma depois disso.

Depois de anos de bandeira de França vigorando por lá com os mais diferentes nomes como Alto Volta francês, Alto Senegal e Níger, Senegâmbia e Níger, Sudão francês, Alto Volta do Meu Pau de Óculos, a primeira bandeira verdadeiramente burkiniana é de 1960 com a pseudo-independência de Alto Volta.

Esta primeira bandeira era meramente a bandeira da República de Weimar que era uma homenagem à bandeira do Egito, mas de cabeça para baixo para dar uma diferenciada.

Bandeira atual

Em 1984 a Burkina Faso passa a ser chamada deste tosco nome "Burkina Faso" e torna-se um departamento ultramarino francês e com isso uma nova bandeira foi adotada, uma que fosse bem diferente de tudo usando o verde extraído dos cactus.

Significados

Dourado- Simboliza o comunismo de Blaise Compaoré.

Verde- Simboliza os cactus, uma especiaria da culinária local.

Vermelho- Simboliza o calor de 51°C médios do território de Burkina Faso.

MAPA

BRASÃO

O Brasão de armas de Burkina Faso reproduz a bandeira nacional. É de campo cortado. Na parte superior do escudo há um pergaminho onde se lê o nome do país “Burkina Faso” e na parte inferior há outro pergaminho com o lema nacional “Unité, Progrès, Justice” (União, Progresso, Justiça). O escudo está sustentado por dois cavalos que representam a coragem, duas lanças e um livro representando a educação.

HINO

Em Francês

Contre la férule humiliante il y a déjà mille ans,

La rapacité venue de loin les asservir il y a cent ans.

Contre la cynique malice métamorphosée

En néocolonialisme et ses petits servants locaux

Beaucoup flanchèrent et certains résistèrent.

Mais les échecs, les succès, la sueur, le sang

Ont fortifié notre peuple courageux et fertilisé sa lutte héroïque.

Coro:

Et une seule nuit a rassemblée en ele

L'histoire de tout un peuple.

Et une seule nuit a déclenché sa marche triomphale

Vers l'horizon du bonheur.

Une seule nuit a réconcilié notre peuple

Avec tous les peuples du monde,

A la conquête de la liberté et du progrès

La patrie ou la mort, nous vaincrons.

Nourris à la source vive de la Révolution.

Les engagés volontaires de la liberté et de la paix

Dans l'énergie nocturne et salutaire du 4 août

N'avaient pas que les armes à la main, mais aussi et surtout

La flamme au coeur pour legitimement libérer

Le Faso à jamais des fers de tous ceux qui

Çà et, là en poluaient l'âme sacrée de l'indépendance, de la souveraineté.

Coro

Et séant désormais en sa dignité recouvrée

L'amour et l'honneur en partage avec l'humanité,

Le peuple du Burkina chante un hymne à la victoire,

A la gloire du travail libérateur, émancipateur.

A bas l'explotation de l'homme par l'homme!

Hé en avant pour le bonheur de tout homme,

Par tous les hommes aujourd'hui et demain, par tous les hommes ici et pour toujours!

Coro

Révolution populaire notre sève nourricière.

Maternité immortelle du progrès à visage d'homme.

Foyer éternel de démocratie consensuelle,

Où enfin l'identité nationale a droit de cité,

Où pour toujours l'injustice perd ses quartiers,

Et où, des mains des bâtisseurs d'un monde radieux

Mûrissent partout les moissons de væux patriotiques, brillent les soleils infins de joie.

Coro

Em Português

Contra a escravidão humilhante há mil anos,

Rapacidade vieram de longe para subjugá-los há cem anos.

Contra a malícia cínico na forma

Em neo-colonialismo e seus mesquinhos servidores locais

Muitos cedeu e certos outros resistiram.

Mas a fracassos, sucessos, suor, sangue

Fortaleceram nossas pessoas corajosas e fertilizados sua luta heróica.

Coro:

E uma única noite foi desenhado em conjunto

A história de um povo inteiro.

E uma noite lançou a sua marcha triunfal

Para o horizonte de felicidade.

A única noite reuniu o nosso povo

Com todos os povos do mundo,

A conquista da liberdade e do progresso

Pátria ou morte, venceremos.

Alimentados na fonte viva da Revolução.

Os voluntários para a liberdade e a paz

Nas energias nocturnos e benéficos de 4 de Agosto

Tinha não só as armas na mão, mas acima de

A chama em seus corações legalmente à livre

Faso sempre dos grilhões daqueles que

Aqui e ali estavam poluindo a alma sagrada da independência e soberania.

Coro

E sentado doravante em dignidade reencontrada

Amor e honra parceria com a humanidade,

O povo de Burkina cantar um hino à vitória

Para a glória de libertar o trabalho, liberando.

explotação para baixo do homem pelo homem!

Hey encaminhar para a felicidade de todos os homens,

Para todas as pessoas hoje e amanhã, por cada homem aqui e sempre!

Coro

Revolução popular nossa seiva.

a maternidade eterna de progresso na face do homem.

lareira eterna da democracia concordou,

Onde finalmente identidade nacional tem o direito de cidadania,

Onde a injustiça perdido para sempre seu lugar,

E onde das mãos de construtores de um mundo glorioso

votos patrióticos amadurecer as colheitas em toda parte, brilhar alegria do sol infins.

Coro


SIGNIFICADO DO HINO

Não foi encontrado.

CAPITAL

Ouagadougou

MOEDA

Franco CFA ocidental

ARQUIPÉLAGOS

O país não possui Arquipélagos.

CLIMA

O clima do Burkina Faso é tropical, caracterizado por altas temperaturas e dividido em duas estações: uma seca de Novembro a Março e uma chuvosa entre Abril e Outubro. No interior do país podemos distinguir três zonas climáticas, divididas pela quantidade de chuvas, que recebem. Para o norte fica a região do Sahel, uma região mais árida com menos de 500 mm de precipitação anual e com um clima semi-deserto. No centro existe a zona climática sudanês-sahel com chuvas entre 500 e 900 milímetros por ano. Finalmente no sul do país fica a zona climática sudanês-guineense com chuvas acima de 900 milímetros por ano.

Durante a estação seca entre Novembro e Março sopra do nordeste o Harmattan, um vento quente, seco e poeirento. As chuvas são trazidas pelo monção de sudeste, um vento húmido, mas que perde intensidade na medida que dirige-se para o norte.

O regime pluviométrico há diferenças consideráveis entre o sul e o norte do país. A precipitação é maior no sul e nas regiões do sudoeste caem mais de 1.200mm por ano, enquanto o extremo norte do país tem apenas 350mm de chuva por ano com longos períodos de seca. Nas regiões do sul a estação chuvosa concentra-se nos meses entre Abril e Outubro, enquanto no norte a estação chuvosa é reduzida a apenas quatro meses entre Junho e Setembro.

Em relação às temperaturas o Burkina Faso é afetado por altas temperaturas ao longo do ano e nas regiões do norte a diferença é grande entre as temperaturas entre o dia e a noite.

O período mais quente é o início da estação das chuvas ou seja o mês de Abril, quando as temperaturas máximas de acordo com a localização chegam a valores que variam entre 36°C e 42°C.

Quanto às temperaturas mínimas o mês mais frio é Janeiro com valores, que variam entre os 14°C no norte do país e 19°C nas regiões do sul.

QUANDO IR PARA O BURKINA FASO

A melhor época para uma viagem a Burkina Faso é entre os meses de Novembro e Fevereiro, período em que nunca chove e quando as temperaturas são suportáveis, porque o calor é moderado e seco. Os meses de Março e Abril são secos também, mas eles têm temperaturas mais altas.

CONDADOS

O país não possui Condados.

DUCADOS

O país não possui Ducados.

ILHAS

O país não possui Ilhas.

PRINCIPADOS

O país não possui Principados.

FAUNA

Phrynobatrachus accraensis é uma espécie de anfíbio da família Petropedetidae.

Pode ser encontrada nos seguintes países: Burkina Faso, Camarões, Costa do Marfim, Gâmbia, Gana, Guiné, Libéria, Mali, Nigéria, Senegal, Serra Leoa, Togo, e possivelmente Benin, Guiné-Bissau e Níger.

Os seus habitats naturais são: florestas subtropicais ou tropicais húmidas de baixa altitude, savanas áridas, savanas húmidas, matagal árido tropical ou subtropical, matagal húmido tropical ou subtropical, campos de gramíneas subtropicais ou tropicais secos de baixa altitude, campos de gramíneas de baixa altitude subtropicais ou tropicais sazonalmente húmidos ou inundados, marismas intermitentes de água doce, terras aráveis, pastagens, jardins rurais, florestas secundárias altamente degradadas, lagoas, canais e valas.

Phrynobatrachus francisci é uma espécie de anfíbio da família Petropedetidae.

Pode ser encontrada nos seguintes países: Burkina Faso, Costa do Marfim, Gâmbia, Gana, Mali, Nigéria, Senegal, e possivelmente Benin, Guiné, Guiné-Bissau, Mauritânia, Níger, Serra Leoa e Togo.

Os seus habitats naturais são: savanas áridas, savanas húmidas, matagal árido tropical ou subtropical, matagal húmido tropical ou subtropical, pântanos, marismas intermitentes de água doce, terras aráveis, pastagens, jardins rurais, áreas urbanas, lagoas e canais e valas.

Ptychadena bibroni é uma espécie de anfíbio da família Ranidae.

Pode ser encontrada nos seguintes países: Burkina Faso, Camarões, República Centro-Africana, Chade, República Democrática do Congo, Costa do Marfim, Gâmbia, Gana, Guiné, Libéria, Mali, Nigéria, Senegal, Serra Leoa, Togo, e possivelmente Benin, Guiné-Bissau e Sudão.

Os seus habitats naturais são: savanas áridas, savanas húmidas, marismas intermitentes de água doce, jardins rurais, florestas secundárias altamente degradadas, canais e valas.

Ptychadena tellinii é uma espécie de anfíbio da família Ranidae.

Pode ser encontrada nos seguintes países: Burkina Faso, Camarões, República Centro-Africana, República Democrática do Congo, Costa do Marfim, Eritrea, Etiópia, Gana, Mali, Nigéria, Serra Leoa, Togo, possivelmente Benin, Chade, Guiné, Libéria e Sudão.

Os seus habitats naturais são: florestas subtropicais ou tropicais húmidas de baixa altitude, savanas áridas, savanas húmidas, matagal árido tropical ou subtropical, matagal húmido tropical ou subtropical, campos de gramíneas subtropicais ou tropicais secos de baixa altitude, rios, marismas intermitentes de água doce, terras aráveis, jardins rurais e lagoas.

Está ameaçada por perda de habitat.

Xenopus muelleri é uma espécie de anfíbio da família Pipidae.

Distribuição geográfica

Pode ser encontrada nos seguintes países: Angola, Benin, Botswana, Burkina Faso, Camarões, República Centro-Africana, Chade, República do Congo, República Democrática do Congo, Costa do Marfim, Gana, Quénia, Malawi, Moçambique, Namíbia, Nigéria, África do Sul, Sudão, Suazilândia, Tanzânia, Togo, Uganda, Zâmbia e Zimbabwe.

Habitats

Os seus habitats naturais são: florestas secas tropicais ou subtropicais, florestas subtropicais ou tropicais húmidas de baixa altitude, savanas áridas, savanas húmidas, matagal árido tropical ou subtropical, matagal húmido tropical ou subtropical, campos de gramíneas subtropicais ou tropicais secos de baixa altitude, campos de gramíneas de baixa altitude subtropicais ou tropicais sazonalmente húmidos ou inundados, campos de altitude subtropicais ou tropicais, rios, rios intermitentes, pântanos, lagos de água doce, lagos intermitentes de água doce, marismas de água doce, marismas intermitentes de água doce, nascentes de água doce, terras aráveis, pastagens, jardins rurais, áreas de armazenamento de água, lagoas, escavações a céu aberto e canals e valas.

FLORA

fruticosum Abutilon, laeta Acácia, Acacia nilotica, polyacantha Acácia, tortilis Acácia, seyal Acácia, paniculata Afraegle, leiocarpa Anogeissus, africana Azolla, grandiflora Berlinia, maderaspatensis Blepharis, Borassus-ake assii, senegalensis Boscia, Canscora diffusa, acutangula Caralluma, spinarum Carissa, biflorus Cenchrus, nilotica Ceropegia, Ceropegia racemosa, rhynchantha Ceropegia, Cochlospermum planchonii, Cola cordifolia, Combretum micranthum, paniculatum Combretum, myxa Cordia, ornatum Crinum, Crotalaria pallida, Crotalaria retusa, microcarpum Detarium, senegalense Detarium, lecardii Englerina, thonningii Ficus, ternifolia Gardenia, klattianus Gladiolus, tenax Grewia, cannabinus Hibiscus, panduriformis Hibiscus, Indigofera bracteolata, dendroides Indigofera, Indigofera macrocalyx, aethiopica Kaempferia, Kalanchoe crenata, Loeseneriella africana, Macrosphyra longistyla, polyandra Maranthes, Melinis repens, kentrocaulos Merremia, Neptunia oleracea, Nymphaea lotus, Nymphaea micrantha, decaisneana Orbea, bornouense Oxystelma, candelabrum Pandanus, biglobosa Parkia, pedicellatum Pennisetum, polystachion Pennisetum, monophyllus Psophocarpus, Erinaceus Pterocarpus, comorensis Saba, senegalensis Saba, latifolius Sarcocephalus, barbata Setaria, Sida acuta, cordata Sida, rhombifolia, bilabiata Striga, hispidus Strophanthus, sarmentosus Strophanthus, Tinnea barteri, lepidota Triumfetta, rhomboidea Triumfetta, stellaris Utricularia, Utricularia subulata, chamae Uvaria, Adansonia digitata, Boswellia dalzielii, Cochlospermum planchonii, virosa Flueggea, longistyla Macrosphyra, polyandra Maranthes, candelabrum Pandanus, Sarcocephalus latifolius, Terminalia catappa

RELEVO

A Burkina Faso é reconhecida por ter a maior praia (sem mar) do mundo, que se estende por 3.000 quilômetros Ouahigouya no norte do país até Abidjan, capital do país vizinho Guiné.

O país inteiro está localizado num planalto que já fora antigamente muito montanhoso, mas quantidades massivas de areia preencheram os vales existentes ali criando apenas um planalto semi-inerte.

A maior montanha do país é o Tenakourou no extremo oeste, que na verdade pertence ao Mali, mas como a fronteira da região não é muito bem controlada, os burkinenses insistem dizer ser deles essa montanha pelo fato de lá ter 3 cabanas de alguma tribo desconhecida que os burkinenses também afirmam ser etnia deles. Como Mali não tem governo soberano, esses detalhes acabam passando despercebidos mesmo.

HIDROGRAFIA

O importante Rio Níger do noroeste africano claramente não gosta de Burkina Faso, contornando seu território em seu trajeto preferindo passar por Mali e Níger, ignorando completamente Burkina Faso.

O país pode não ter o rio Níger mas é redentor da bacia hidrográfica dos rios Volta, rios que são chamados assim porque eles inicialmente quando nascem parecem desejar ir para o norte rumo ao Deserto do Saara, mas aí o caminho penoso demais faz eles desistem dessa ideia estúpida e darem a "volta" para desaguar no Golfo da Guiné ao sul. O mais importante rio dessa bacia é o Rio Volta Negro que recebe esse nome por ter obviamente a cor negra, e o motivo disso são as altíssimas concentrações de tinta de caneta BIC que são despejados diariamente no rio.

Há ainda o Rio Volta Branco que é branco pelas acentuadas quantidades de esperma de boi em seu leito, e o Rio Volta Vermelho que possui essa coloração pelo sangue dos cadáveres desaparecidos durante a última guerra civil.

SUBDIVISÕES

Regiões

Províncias

Departamentos

Boucle du Mouhoun

Balé

Bagassi, Bana, Boromo, Fara, Oury, Pa, Pompoï, Poura, Siby e Yaho.

Banwa

Balavé, Kouka, Sami, Sanaba, Sanaba Solenzo, Solenzo e Tansila.

Kossi

Barani, Bomborokuy, Bourasso, Djibasso, Dokuy, Doumbala, Kombori, Madouba, Nouna e Sono.

Mouhoun

Bondokuy, Dédougou, Douroula, Kona, Ouarkoye, Safané e Tchériba.

Nayala

Gassam, Gossina, Kougny, Toma, Yaba e .

Sourou

Di, Gomboro, Kassoum, Kiembara, Lanfièra, Lankoué, Toéni e Tougan.

Cascades

Comoé

Banfora, Bérégadougou, Mangodara, Moussodougou, Niangoloko, Ouo, Sidéradougou, Soubakaniédougou e Tiéfora.

Léraba

Dakoro, Douna, Kankalaba, Loumana, Niankorodougou, Ouéleni, Sindou e Wolonkoto.

Centro

Kadiogo

Komki-Ipala, Komsilga, Koubri, Ouagadougou, Pabre, Saaba e Tanghin-Dassouri.

Centro-Este

Boulgou

Bagre, Bane, Beguedo, Bissiga, Bittou, Boussouma, Garango, Komtoega, Niaogho, Tenkodogo, Zabre, Zoaga e Zonse.

Koulpélogo

Comin-Yanga, Dourtenga, Lalgaye, Ouargaye, Sangha, Soudougui, Yargatenga e Yonde.

Kouritenga

Andemtenga, Baskoure, Dialgaye, Gounghin, Kando, Koupela, Pouytenga, Tansobentenga e Yargo.

Centro-Norte

Bam

Bourzanga, Guibare, Kongoussi, Nassere, Rollo, Rouko, Sabce, Tikare e Zimtenga.

Namentenga

Boala, Boulsa, Bouroum, Dargo, Nagbingou, Tougouri, Yalgo e Zeguedeguin.

Sanmatenga

Barsalogho, Boussouma, Dablo, Kaya, Korsimoro, Mane, Namissiguima, Pensa, Pibaore, Pissila e Ziga.

Centro-Oeste

Boulkiemdé

Bingo, Imasgo, Kindi, Kokologho, Koudougou, Nanoro, Niandiala, Pella, Poa, Ramongo, Sabou, Sigle, Soaw, Sourgou e Thiou.

Sanguié

Dassa, Didir, Godir, Kordie, Kyon, Pouni, Reo, Tenado, Zamo e Zawara.

Sissili

Bieha, Boura, Leo, Nebielianayou, Niambouri, Silly e .

Ziro

Bougnounou, Cassou e Sapouy.

Centro-Sul

Bazéga

Doulougou, Gaongo, Ipelce, Kayao, Kombissiri, Saponé e Toece.

Nahouri

Guiaro, , Tiebele, Zecco e Zio.

Zoundwéogo

Bere, Binde, Gogo, Gombousougou, Guiba, Manga e Nobere.

Este

Gnagna

Bilanga, Bogande, Coalla, Liptougou, Mani, Piela e Thion.

Gourma

Diabo, Diapangou, Fada N'Gourma, Matiacoali, Tigba e Yamba.

Komondjari

Bartiebougou, Foutouri e Gayeri.

Kompienga

Kompienga, Madjorai e Pama.

Tapoa

Diapaga, Bottou, Kantchari, Logobou, Namounou, Partiaga, Tambaga e Tansarga.

Hauts-Bassins

Houet

Bama, Bobo-Dioulasso, Dande, Faramana, Fo, Karangasso-Sambla, Karangasso-Vigue, Koundougou, Lena, Padema, Peni, Satiri e Toussiana.

Kénédougou

Banzon, Djigouera, Kangala, Kayan, Koloko, Kourinion, Kourouma, Morolaba, N'Dorola, Orodara, Samogohiri, Samorogouan e Sindo.

Tuy

Bekuy, Bereba, Boni, Founzan, Hounde, Koti e Koumbia.

Norte

Loroum

Banh, Ouindigui, Solle e Titao.

Passoré

Arbolle, Bagare, Bokin, Gompomsom, Kirsi, Lâ-Todin, Pilmpikou, Samba e Yako.

Yatenga

Barga, Kaïn, Kalsaka, Kossouka, Koumbri, Namissiguina, Ouahigouya, Oula, Rambo, Seguenegua, Tangaye, Thiou e Zogore.

Zondoma

Bassi, Boussou, Gourcy, Leba e Tougo.

Plateau–Central

Ganzourgou

Boudry, Kogho, Méguet, Mogtédo, Salogo, Zam, Zorgho e Zoungou.

Kourwéogo

Boussé, Laye, Niou, Sourgoubila e Toéghin.

Oubritenga

Absouya, Dapelogo, Loumbila, Nagréongo, Ourgou-Manega, Ziniaré e Zitenga.

Sahel

Oudalan

Deou, Gorom-Gorom, Oursi, Markoye e Tinakoff.

Séno

Bani, Dori, Falangountou, Gorgadji, Sampelga e Seytenga.

Soum

Arbinda, Baraboule, Djibo, Djiguel, Kelbo, Koutougou, Nassoumbou, Pobe-Mengao e Tongomayel.

Yagha

Bondore, Mansila, Sebba, Solhan, Tankougounadie e Titabe.

Sul-Oeste

Bougouriba

Bandigui, Diébougou, Dolo, Nioronioro e Tiankoura.

Ioba

Dano, Dissin, Gueguere, Ioba, Koper, Niego, Oronkua, Ouessa e Zambo.

Noumbiel

Batie, Boussoukoula, Kpere, Legmoin e Midebdo.

Poni

Bouroum-Bouroum, Boussera, Djigouè, Gaoua, Gbomblora, Kampti, Loropeni, Malba, Nako e Perigban.


VEGETAÇÃO

O território é basicamente todo coberto por savanas.

IDIOMAS

O bambara, conhecido localmente como bamanankan (ߒߞߏ, literalmente "som bamana(n)"), é um idioma falado no Mali por até seis milhões de pessoas, língua materna do grupo étnico bambara, e que serve como lingua franca naquele país (estima-se que cerca de 80% da população o utilize como língua materna ou segundo idioma), e em alguns países vizinhos, como Burkina Faso, Costa do Marfim e Gâmbia. É uma língua tonal, com dois tons diferentes e tem a estrutura Sujeito-Objeto-Verbo. A língua bambara teve ao longo do tempo diferentes sistemas de escrita, além da latina (alfabeto fonético).

A língua diúla (dyula) é uma língua mandê falada em Burquina Faso e Costa do Marfim. Faz parte do grupo das línguas mandinga, e é a mais próxima do bambara. É provavelmente a língua mais usada para o comércio na África Ocidental. Não se deve confundir o diúla com a língua diola falada na Guiné-Bissau e em Casamansa.

O francês (français, AFI: /fʁɑ̃sɛ/) é uma língua românica com cerca de 136 milhões de falantes nativos no mundo. É língua oficial em 30 países, a maioria dos quais integra a chamada La Francophonie, a comunidade dos países francófonos. É língua oficial em todas as agências das Nações Unidas e em grande número de organizações internacionais.

São 500 milhões se incluídos os que a falam como segunda língua ou como língua estrangeira. Além do mais, cerca de 200 milhões de pessoas aprendem francês como língua estrangeira, o que faz dela a segunda língua mais ensinada no mundo seguida do inglês. Há comunidades francófonas em 56 países e territórios. A maioria dos falantes nativos vive na França, o resto vive essencialmente no Canadá, em particular, na província do Quebec, com minorias nas províncias atlânticas, em Ontário, e pelo resto do Canadá, assim como na Bélgica, na Suíça, em Mônaco, em Luxemburgo e no estado americano da Luisiana. A maioria dos que falam francês como segunda língua vive na África francófona, cujo número excede, pode-se argumentar, o de falantes nativos.

O francês descende do latim falado através do Império Romano, como também o são outras línguas nacionais como o catalão, o espanhol, o italiano, o português, o romeno e línguas minoritárias como o provençal, o romanche e muitas outras. Seus parentes mais próximos são as demais langues d'oïl e as línguas crioulas baseadas no francês. Seu desenvolvimento também foi influenciado pelas línguas celtas nativas da Gália antes da chegada dos romanos e pela língua frâncica dos invasores francos após a partida dos romanos.

Adicionalmente, do século XVII a meados do século XX, o francês serviu como a linguagem preeminente da diplomacia e de assuntos internacionais, bem como a língua franca entre as classes educadas da Europa. A posição dominante da língua francesa só recentemente foi tomada pela inglesa, desde a emergência dos Estados Unidos como superpotência. Como resultado das ambições coloniais da Bélgica e da França , entre os séculos XVII e XX, o francês foi introduzido à África, à América, à Polinésia, ao Caribe, ao Sudeste Asiático.

A língua fula ou fulani (também chamada peul em francês, pullaar em wolof, fulbe, fulfulde ou pular, em fula) é uma língua do ramo senegambiano das línguas nigero-congolesas falada principalmente na África Ocidental pela etnia fulani.

Dagaare é a língua do povo Dagaaba de Gana e Burkina Faso. É descrita também como um continuum dialetal que inclui Waale e Birifor.

A língua more (também chamada mòoré, mooré, moré, moshi, mossi, moore) é uma língua falada primariamente em Burkina Faso pelo povo mossi (ou moshe), sendo mutuamente inteligível com a língua dagbani falada no norte de Gana.

Os dialetos dessa língua são saremdé, taolendé, yaadré, yanga, diabo, ouagadougou, joore, yaande, zaore e yana. O yana tem cerca de 905 de inteligibildade com o Ouagadougou e 77% com o joore; joore é 88% inleligível Ouagadougou e 95% com diabo. No Togo, o yanga é totalmente inteligível como central.

O tuaregue (também conhecido como tamasheq, IPA [ˈtæməʃɛk], e tamajaq, ⵜⴰⵎⴰⵌⴰⵆ, tamahaq; em português, tamaxeque) é um grupo de dialetos e línguas berberes aparentados, falados pelos berberes tuaregues em partes de Argélia, Burkina Faso, Líbia, Mali e Níger, com alguns poucos falantes na região de Kinnin, no Chade.

Dialetos: Dogon, Tadraq e Tudalt.

CULINÁRIA

O que dizem os guias: Como em muitos países africanos, um dos pratos mais importantes na alimentação burkinabé é o tô, um purê consistente e nutritivo feito de milhete ou sorghum, espécies africanas de cereal. Em Burkina, diferentemente dos países vizinho, o tô tem um aspecto mais pegajoso e é servido muitas vezes em um prato com molho aguado. A aparência pode enganar quem não está acostumado, mas uma vez provado é possível se viciar na iguaria. Outra opção de preparação do prato é a troca do milhete pela farinha de mandioca, um resultado de sucesso no país. Já nos restaurantes populares, o mais comum é arroz (temperado ou normal) com molho de amendoim, molho verde (de folhas locais) ou molho de tomate. Nos guias turísticos, não faltam indicações de restaurantes, pizzarias e cafés com os mais variados menus internacionais. No entanto, vale lembrar que a comida local não é encontrada nesses lugares.

O que diz o AFREAKA: Os guias costumam indicar restaurantes turísticos, que na verdade são raramente frequentados pela população do país. Muitos, inclusive, são de propriedade estrangeira. Além de não ajudar diretamente na economia local, frequentar esses restaurantes pesa pelo menos cinco vezes mais no bolso. A gastronomia do país é rica e cheia de opções, por isso para provar do verdadeiro sabor burkinabé, se jogue nas barracas de comida de rua, nos maquis (pequenos bares/restaurantes) espalhados pela cidade e nos pequenos estandes móveis, onde mulheres trazem em suas panelas deliciosas e generosas porções da comida típica do país. Com aproximadamente dois reais é possível se deliciar! Isso vale para qualquer refeição: café da manhã, almoço e janta. Nossas dicas: sanduíche de rua (abacate, peixe ou carne), arroz gordo, espetinhos de carne ou fígado, salada de abacate, atiekê (grão de mandioca cozido), entre outros! O Oscar da gastronomia vai para o irresistível Dégué, iogurte com milhete! É simplesmente viciante! Pelo país, também estão espalhadas pequenas produções caseiras que fogem do cardápio principal, cada uma com sua especialidade, entre doces, geleias e queijos, com destaque para o queijo de cabra produzido nos arredores de Ouagadougou.

RELIGIÕES

Muçulmanos residem em grande parte em torno do Norte, Leste, Oeste e fronteiras, enquanto cristãos vivem no centro do país. Pessoas praticam crenças religiosas tradicionais indígenas em todo o país, especialmente nas comunidades rurais. Ouagadougou, a capital, tem uma população mista muçulmana e cristã; No entanto, Bobo-Dioulasso, a segunda maior cidade do país, é maioritariamente muçulmana. As pequenas comunidades imigrantes sírios e libaneses residem nas duas maiores cidades e são esmagadoramente (mais de 90 por cento) cristãos.

POLÍTICA

A constituição do Burkina Faso de 2 de junho de 1991 estabeleceu um governo semi-presidencial com um parlamento (assemblée) que pode ser dissolvido pelo Presidente da República, que é eleito para mandatos de cinco anos. Este prazo foi estabelecido numa revisão da constituição levada a cabo em 2000, que reduziu a duração do mandato que anteriormente era de sete anos, o que só será posto em prática em 2005 aquando das eleições presidenciais seguintes. Outra mudança aprovada na revisão impediria o atual presidente, Blaise Compaoré, de ser reeleito. No entanto, uma vez que Compaoré foi eleito em 1998, não está claro se a revisão será aplicada retroativamente ou não.

O parlamento consiste de duas câmaras: a câmara baixa (l'Assemblée Nationale) e a câmara alta (la Chambre des Représentants). Também existe uma câmara constitucional, composta por dez membros, e um conselho económico e social cujos papéis são principalmente consultivos.

TURISMO

Depois das "férias" no Gana tinha chegado a hora de voltar à Viagem.

Absorver culturas diferentes, ver novas paisagens, viver do imediato, conhecer novas pessoas, maravilhar-me: é afinal para isso que viajo.

E que país melhor para recomeçar a sentir-me viajar do que o Burkina Faso?!

É natural que o nome seja estranho para vocês mas podem ter a certeza que se não fosse o futebol, o Cristiano Ronaldo, o Nani ou o Mourinho, também a grande maioria analfabeta da população do Burkina, país "entalado" no centro do Oeste africano, não saberia existir um país de nome Portugal.

Ofuscado pelos vizinhos Mali a norte e Gana a Sul, este país despretensioso, anteriormente chamado de Alto Volta (Volta é o nome do grande lago, situado no Gana), possuí locais extraordinários como a aldeia de Tiebele, famosa pela sua arquitectura única e povo curioso.

Quem pode resistir a um local, relativamente remoto, longe da capital de um país já em si tão particular, e com um nome tão musical e interessante como Tiebele?! Eu não.

Dessa forma, assim que entrei no Burkina, depois de um processo fácil e rápido (ao contrário da burocrática, para dizer no mínimo, entrada no Gana) fui até esta pequena aldeia no sul do país.

Depois de meia centena de quilómetros por uma estrada de terra vermelha, repleta de buracos com água (lembro que estamos em plena época de chuva por esta região), por entre acácias e embondeiros, cheguei a Tiebele.

Se Burkina Faso significa em língua local: "país de homens honestos", já Tiebebe significa "aldeia de homens livres".

A aldeia real Gourounsi em Tiebele, onde vivem cerca de 300 pessoas, é o coração da terra desta etnia.

Ali, visitei a aldeia onde vivem apenas os familiares do rei; casas com formas quadradas (para casais) e circulares (para os solteiros).

Estas casas de adobe são decoradas com padrões e desenhos diversos, tendo todos eles um significado especial. Desenhos de animais como serpentes, animais sagrados para este grupo, conferem sinal de proteção.

Todo o magnifico trabalho de decoração é feito pelas mulheres da aldeia usando materiais como lama, carvão e esterco de vaca.

Ao contrário de muitos outros locais, ali as pessoas aceitam ser fotografadas, sentindo-se um clima sereno e completamente diferente do que se vive em muitos de alguns destinos turísticos nesta região.

Neste passeio, com ajuda de um guia local, tive a sensação de explorar uma galeria de arte ao ar livre.

O interior das casas é um mundo à parte. Casas sem janelas, frescas e arrumadas, baixas e escuras, com uma dimensão considerável, contendo uma cozinha, um espaço comum e o quarto.

No passado, o contraste da escuridão do interior com o brilho de fora agia como uma forma de proteção contra animais selvagens e inimigos.

Sem dúvida, uma experiência marcante a que ali vivi, perdendo-me nas ruelas estreitas (já sem o guia), falando com gente simpática e sempre com a companhia das crianças, que observavam com atenção todos os meus movimentos.

Também em Tiebele, à semelhança do que acontece no resto do país, os avisos de risco de atentados e da suposta presença de grupos islâmicos radicais no país feitos na Europa e Estados Unidos, afastaram a maior parte do turismo.

O impacto que a falta de turistas faz num país pobre como o Burkina Faso é triste de assistir, com consequências devastadoras para este país, em que o turismo representava uma ajuda bem-vinda à economia local e uma preciosa ajuda para muitas famílias locais.

ECONOMIA

Burkina Faso tem um dos menores PIB em valores per capita no mundo: U$S 1.500 dólares. A agricultura representa 32% do seu Produto interno bruto e é a ocupação de cerca de 80% da população economicamente ativa. Ela consiste principalmente da criação de gado. Especialmente no sul e sudoeste, as pessoas realizam plantios de sorgo, milheto, milho, amendoim, arroz e algodão, com excedentes para serem vendidos. Uma grande parte da atividade econômica do país é financiada pela ajuda internacional.

Burkina Faso foi classificado como o 111º destino de investimentos mais seguro do mundo, em março de 2011, pelo ranking do Euromoney Country Risk. As remessas costumavam ser uma importante fonte de renda para Burkina Faso até os anos 1990, quando a agitação na Costa do Marfim, o principal destino dos emigrantes burkinabenses, forçou muitos a voltar para casa. As remessas representam hoje menos de 1% do PIB.

O país faz parte da União Monetária e Econômica do Oeste Africano (UMEOA) e adotou o Franco CFA. Esta moeda é emitida pelo Banco Central dos Estados Oeste Africano (BCEAO), situado em Dacar, no Senegal. O BCEAO administra a política monetária e reserva dos Estados membros, é uma regulação e supervisão do setor financeiro e da atividade bancária. Um quadro jurídico em matéria de licenciamento, as atividades bancárias, os requisitos organizacionais e de capitais, inspeções e sanções (todos aplicáveis a todos os países da União) está no local, tendo sido reformada significativamente em 1999. As instituições de micro-financiamento são regidas por uma lei específica, que regulamenta as atividades de micro-finanças em todos os países da UEMOA. O setor de seguros é regulamentado através da Conferência Inter-Africana dos Mercados de Seguros (CIMA).

No setor primário, são praticadas a exploração da mineração de cobre, ferro, manganês, ouro, cassiterita (minério de estanho) e fosfatos. Estas operações proporcionam emprego e geram ajuda internacional. Em alguns casos, os hospitais mantidos pelas empresas de mineração estão disponíveis para uso pelas populações locais. A produção de ouro aumentou 32% em 2011, em seis minas de ouro, tornando Burkina Faso o quarto maior produtor de ouro na África, depois da África do Sul, Mali e Gana.

Burkina Faso acolhe também a Feira Internacional de Arte e Artesanato, em Ouagadougou. Ela é mais conhecido por seu nome francês, Le Salon International de l' Artisanat de Ouagadougou, e é uma das mais importantes feiras de artesanato no continente. O país está entre os membros da Organização para a Harmonização em África do Direito dos Negócios (OHADA).

Embora os serviços permaneçam subdesenvolvidos, o Instituto Nacional de Água e Saneamento (ONEA), uma empresa de serviços públicos estatais, está a emergir como uma das empresas de serviços públicos com melhor desempenho na África. Altos níveis de autonomia e uma gestão qualificada e dedicada tem impulsionado a capacidade de ONEA em melhorar a produção e o acesso à água potável. Desde 2000, cerca de 2 milhões tinham acesso à água nos quatro principais centros urbanos do país. A empresa tem mantido a qualidade da infraestrutura de alta (menos de 18% da água é perdida através de vazamentos - um dos mais baixos da África subsaariana), melhorou os relatórios financeiros, e aumentou sua receita anual em média de 12% (bem acima da inflação). Os desafios permanecem, incluindo as dificuldades entre alguns clientes em pagar por serviços, com a necessidade de recorrer a ajuda internacional para expandir sua infraestrutura. Empreendimento comerciais estatais tem ajudado o país a atingir o seu Objetivo de Desenvolvimento do Milénio (ODM) em áreas relacionadas com a água, e tem crescido como uma empresa viável.

ETINIAS

O Senufo (ou Senoufo, na pronúncia francesa) são um grupo linguística composto por vários sub-grupos de pessoas que vivem em uma área que se estende a partir do sul Mali e a extremidade oeste de Burkina Fasso para Katiola em Ivory Coast. Um grupo, o Nafana, foi fundada no noroeste do Gana. quantidade total de Senufo estimado varia entre 1,5 e 2,7 milhões (de fontes diferentes diferem na quantidade). O Senufo falam diferentes línguas Senufo. A capital do Senufo é Korhogo, uma antiga aldeia no norte da Costa do Marfim, que data do século XIII. Sua agricultura é baseada principalmente no cultivo de milho, inhame, amendoim e arroz.

práticas culturais e expressões ligadas ao da balafon das comunidades Senufo do Mali e Burkina Faso foram declarados patrimônio cultural imaterial pela Unesco em 2012. O 6 de dezembro de 2012 acrescentou Costa do Marfim esta candidatura plurinacional. 

O Soninke são um grupo étnico do Oeste Africano que vivem em grupos espalhados entre Senegal, Mauritânia e Mali, assim como no leste da Gâmbia, na Costa do Marfim, Guiné-Bissau, Gana e Burkina Faso. Estima-se que hoje pode exceder uma população de 1,703,000 pessoas. Eles são um povo enviado desceu do Bafour e está intimamente relacionado com o Imraguen da Mauritânia. Foram os fundadores do antigo império de Gana, Wagadu (750-1240 AD.). O Soninke são ainda hoje a espinha dorsal de países como Gâmbia, Senegal e Mali. Ao longo da história têm sido negociantes de diamantes em ouro, sal e diamantes.

Eles falam a linguagem Soninke, que pertence ao grupo de línguas mandês, que também inclui o mandinga, Koniake, Bambara, Bissa, Dioula, Kagoro, bozo, Mende, Susu, Yacouba, vai e ligbi. Este grupo linguístico faz parte das línguas Niger-Congo.

Em contato com comerciantes almorávides norte ao longo do ano 1066, o Soninke nobres abraçou Islam, sendo o primeiro sub-grupos étnicos do Saara para seguir os ensinamentos de Maomé. Normalmente são muçulmanos sunitas. Existem algumas comunidades cristãs e grupos animistas.

INDÚSTRIA

Beneficiamento de algodão, alimentícia (principal: açúcar), têxtil, couro e peles, bebidas alcoólicas (cerveja).

PECUÁRIA

Aves, Bovinos, Caprinos e Ovinos.

COLONIZAÇÃO

História Antiga e Medieval

Tal como toda a África Ocidental, o Burkina Faso foi povoado em tempos remotos, com destaque para os caçadores-recoletores da parte noroeste do país (12.000 a 5.000 a.C.), cujas ferramentas (raspadeiras, cinzéis e pontas de seta) foram descobertos em 1973. Entre 3.600 e 2.600 a.C. surgiram povoamentos de agricultores, e os vestígios dessas estruturas deixam a impressão de edifícios relativamente permanentes. O uso do ferro, cerâmica e pedra polida desenvolveu-se entre 1.500 e 1.000 a.C., tal como a preocupação com os assuntos espirituais, como é demonstrado pelos restos de enterramento que têm sido descobertos. Descobertas no sítio arqueológico de Bura, sudoeste do Níger e adjacente ao sudoeste de Burkina Faso, documentaram a existência da cultura Bura da Idade do Ferro.

Dos séculos III ao século XIII, o sistema de assentamentos Bura/Asinda aparentemente cobriu o baixo do vale do rio Níger, incluindo a região de Boura, também no que se conhece hoje como território burquino. Desde meados dos tempos medievais até o final do século XIX, a região de Burkina Faso foi governada pelos Reinos Mossi. Acredita-se que o império tenha chegado até sua localização atual do norte de Gana, onde ainda vivem hoje povos da etnia dagomba. Por vários séculos, os mossis - que eram tanto agricultores como soldados - conseguiram defender com sucesso seu território, suas crenças religiosas e sua estrutura social contra as tentativas forçadas de conquista e conversão por seus vizinhos muçulmanos ao noroeste.

Dominação francesa

O declínio dos Reinos Mossi começou no final do século XIX com as sucessivas incursões militares do Império Francês, que reivindicou para si o território no contexto da Partilha da África, também almejado pelo Império Britânico. Após diversas expedições militares e civis na região, os franceses derrotaram o reino Mossi de Uagadugu, que se tornou um protetorado francês em 1896. O Reino Unido e a França chegaram a um acordo de divisão da África Ocidental entre si em 14 de junho de 1898, quando assinaram em Paris a convenção anglo-francesa para delimitação das possessões britânicas e francesas no Niger (também conhecida como Convenção de Níger), na qual se estabeleceu as fronteiras nas áreas disputadas.

Depois do estabelecimento das fronteiras coloniais, os franceses continuaram as guerras de conquista contra áreas e poderes locais por mais cinco anos. A despeito da resistência local, em especial do líder Samori Turé, os franceses foram conquistando diversas regiões ocidental e oriental do território africano. Algumas pequenas partes da região não estavam sob controle francês, mas em 1899 a maior parte do que viria a ser Burkina Faso havia perdido a soberania e sido conquistada pelos invasores europeus. Nas sucessivas incursões até 1904, eles devastaram as planícies centrais, incendiando casas e matando homens e animais.

Como parte da reorganização do império francês, ainda naquele ano, os territórios da bacia do rio Volta fundiram-se com a colônia Alto Senegal e Níger, na África Ocidental Francesa, cuja capital era Bamako. Entre 1915 e 1916, numerosos grupos étnicos se articularam em um movimento de resistência em porções do oeste do Alto Volta francês e leste do Sudão Francês, visando a acabar com os abusos coloniais - entre os quais, a pesada tributação e o recrutamento forçado. Conhecido como a Guerra Volta-Bani, o governo francês conseguiu reprimir o movimento anticolonial, mas somente depois de sofrer baixas e ser forçado a reunir a maior força expedicionária de sua história colonial até aquele momento. A revolta liderou o desmembramento do Alto Senegal e Níger, criando a colônia do Alto Volta francês. Nomeado o primeiro governador da nova colônia, o tenente Édouard Hesling deu início a um ambicioso programa rodoviário e centrou o programa de colonização no cultivo forçado (com recrutamento compulsório de trabalhadores) de algodão, imposta em toda a colônia, mas ele acabou por ser um fiasco. Hesling foi substituído em 1927, mas a Crise de 1929 teria consequências mais graves para levas de trabalhadores locais, bem como a seca de 1932 levou a um estado endêmico de fome ainda pior. Naquele ano, um decreto emitido em 5 de setembro de 1932 pelo ministro das Colônias, Albert Sarraut, desmembrou a colônia de Alto Volta entre os vizinhos Costa do Marfim, Sudão Francês e Níger, sendo que o primeiro recebeu a maior fatia do território, que continha a maioria da população, bem como as cidades de Uagadugu e Bobo-Dioulasso.

Depois da II Guerra Mundial, os mossis pressionaram ativamente para que o status da colônia fosse revertido e em 4 de setembro de 1947 o Alto Volta francês foi reativado com suas fronteiras anteriores como uma parte da Comunidade Francesa. Na segunda metade da década de 1950, o governo francês iniciou uma reorganização dos departamentos ultramarinos franceses, que garantiu maior autonomia para territórios. A colônia tornou-se a República de Alto Volta, autônoma dentro da Comunidade Franco-Africano em 11 de dezembro de 1958, adotando sua própria Constituição em fevereiro do ano seguinte. As cores da bandeira nacional foram inspiradas nos três afluentes rio Volta (Volta Preto, Branco e Vermelho Volta Volta). As primeiras eleições de Alto Volta deram vitória a União Democrática Voltense/Coligação Democrática Africana (UDV-CDA), um partido financiado por comerciantes e proprietários de terra. Em dezembro daquele ano, o parlamento altovoltense designou como presidente da república autônoma Maurice Yaméogo, que no ano seguinte negociou a fim da dominação francesa, que perdurava desde o final de século anterior, com a formalização da independência em 5 de agosto de 1960.

DATA DE INDEPENDÊNCIA

05 de Agosto de 1960.

EDUCAÇÃO

A educação em Burkina Faso é dividida em ensino primário, secundário e superior. No entanto, os custos do ensino médio são de aproximadamente 25 mil CFA (US$ 50) por ano, o que é muito acima das possibilidades financeiras da maioria das famílias Burkinabenses. Meninos recebem preferência na escolaridade e, como tal, as taxas de educação e alfabetização de meninas são muito mais baixas do que os meninos. Foi observado um aumento na escolaridade das meninas por causa da política do governo de tornar a escola mais barata para as meninas e conceder-lhes mais bolsas de estudo. Exames nacionais de conhecimento são realizados com a finalidade de aprovar um estudante do ensino básico ao ensino médio, e do ensino médio para a faculdade. Esses exames são utilizados como pré-requisito para aceitação em todas as instituições de ensino superior do país, incluindo a Universidade de Ouagadougou, o Instituto Politécnico de Bobo Dioulasso e a Universidade de Koudougou. Há faculdades particulares na capital, Ouagadougou, mas estas são acessíveis apenas por uma pequena parcela da população.

Há também a Escola Internacional de Ouagadougou, uma escola particular americana localizada na base militar em Ouagadougou.

O relatório do Programa de Desenvolvimento das Nações Unidas classifica Burkina Faso como o país com o menor nível de alfabetização no mundo, apesar de um esforço concentrado para dobrar sua taxa de alfabetização de 12,8% em 1990 para 25,3% em 2008.

FRONTEIRAS

Burkina Faso possui fronteiras com Mali ao norte e oeste, Níger a oeste, Costa do Marfim, Gana, Togo e Benim ao sul.

TRAJES TÍPICOS

Chibi (ちび ou 禿び (sendo este pouco usado) lit. baixinho) é um termo japonês utilizado no contexto de anime ou mangá para descrever um traço de desenho de personagem bastante estilizado, com cabeças no mesmo tamanho dos corpos, geralmente para obter um efeito cômico ou mais sentimental. Um traço marcante dos chibi é que quase sempre não é desenhado o nariz, o traço da boca nem sempre é finalizado e os traços em geral são bem simplificados. Outras vezes, em vez de um corpo humano, o desenhista coloca a cabeça do personagem em um corpo ou com características de gato, cachorro ou algum outro bicho. Normalmente é confundido com o estilo Super deformed ou SD, onde o personagem tem a cabeça maior que o resto do corpo.

MINERAÇÃO

Mineração tem um peso insignificante na economia. produção mineira, em 2004, foi composta de: ouro (1,125kg), manganês e fosfatos. Embora fabricação incipiente no Burkina Faso está relacionada principalmente a transformação de produtos agrícolas, especialmente de algodão, óleos e gorduras e açúcar, bem como a produção de bens de consumo como sabão, calçado, motocicletas e bicicletas. Indústria contribuiu com 21% para o produto interno bruto (PIB).

Eletricidade do país é produzido em instalações térmicas (69%), a maioria dos quais queimam óleo refinado, e centrais hidroelétricas que geram 31%. Em 2003 foram gerados 375,6 milhões de kWh de eletricidade.

A moeda de Burkina Faso é o CFA (Comunidade Financeira Africano), emitida pelo Banco Central dos Estados Oeste Africano (522.90 francos CFA equivalente a US $ 1; 2006). O país tem vários bancos que financiam o desenvolvimento econômico.

Como muitos países em desenvolvimento, Burkina Faso importa mais do que exporta. Importações consistem de alimentos, petróleo, têxteis, ferro, aço, produtos metálicos, veículos, máquinas e aparelhos eléctricos.

Os principais consistem exportações de algodão, gado, nozes e amendoins (amendoins) não transformados de carité. Em 2002, as importações foram avaliados em 583 milhões de dólares, enquanto as exportações foram de 171 milhões. O comércio mais proeminente são feitas com a França, a Itália e a Costa do Marfim.

A linha ferroviária que liga Ouagadougou para Abidjan, Costa do Marfim. planos de desenvolvimento atuais propõem a sua extensão 360km ao norte, onde há abundância de minério de manganês Tamboa e na fronteira com o Mali.

O país tem 15.272km de estradas, dos quais apenas 31% são pavimentadas. Ouagadougou e Bobo Dioulasso têm serviço aéreo regular com a companhia aérea francesa. A companhia aérea nacional é a Air Burkina. A televisão é emitido e de propriedade do governo, seis dias por semana; você pode ver tanto em Ouagadougou e Bobo Dioulasso. transmissões de rádio estão em francês e treze das línguas africanas. Cinco jornais diários são publicados.

ESPORTES

Entre os esportes praticados no país, encontram-se o andebol, artes marciais, atletismo, basquete, boxe, ciclismo, futebol, rugby e ténis. Burkina Faso tem enviado atletas para os Jogos Olímpicos de Verão desde 1988. De acordo com o seu nome anterior, Alto Volta, o país também competiu em 1972. Apesar de aparecer em seis Olimpíadas diferentes, Burkina Faso nunca ganhou uma medalha olímpica.

Andebol ou handebol (do inglês handball) é uma modalidade desportiva criada pelo alemão Karl Schelenz, em 1919—embora se baseasse em outros desportos praticados desde fins do século XIX, na Europa setentrional e no Uruguai. O jogo inicialmente era praticado na relva em um campo similar ao do futebol com dimensões entre 90m a 110m de comprimento e entre 55m a 65m de largura, a área de baliza (gol em português do Brasil) com raio de 13m, a baliza com 7,32m de largura por 2,44m de altura (a mesma usada no futebol), e era disputado por duas equipas de onze jogadores cada, sendo a bola semelhante à usada na versão de sete jogadores. Hoje em dia a maioria dos jogadores pratica apenas o andebol de sete.

Artes marciais são disciplinas físicas e mentais codificadas em diferentes graus, que tem como objetivo um alto desenvolvimento de seus praticantes para que possam defender-se ou submeter o adversário mediante diversas técnicas. São sistemas para treinamento de combate, geralmente sem o uso de armas de fogo ou de outros dispositivos modernos. Atualmente, as artes marciais, para além de praticadas enquanto treinamento militar, policial e de defesa pessoal, são também praticadas como Desporto de combate. Existem diversos estilos, sistemas e escolas de artes marciais. O que diferencia as artes marciais da mera violência física (briga de rua) é a organização de suas técnicas num sistema coerente de combate, desenvolvimento físico, mental e espiritual.

O atletismo é um conjunto de esportes constituído por três modalidades: corrida, lançamentos e saltos. De modo geral, o atletismo é praticado em estádios, com exceção de algumas corridas de longa distância, praticadas em vias públicas ou no campo, como a maratona.

O romano Juvenal sintetizou na expressão “mens sana in corpore sano” a própria filosofia do esporte.

O basquetebol ou bola ao cesto é um jogo desportivo coletivo inventado em 1891 pelo professor de Educação Física canadense James Naismit, na Associação Cristã de Rapazes de Springfield, Massachusetts, Estados Unidos. É disputado por duas equipes de 10 jogadores (5 em campo e 5 suplentes) que têm como objetivo passar a bola por dentro de um cesto e evitar que a bola entre no seu cesto colocado nas extremidades da quadra, seja num ginásio ou ao ar livre.

Os aros que formam os cestos são colocados a uma altura de 3 metros e 5 centímetros. Os jogadores podem caminhar no campo desde que driblem (batam a bola contra o chão) a cada passo dado. Também é possível executar um passe, ou seja, passar a bola em direção a um companheiro de equipe.

O basquetebol é um desporto olímpico desde os Jogos Olímpicos de Verão de 1936 em Berlim.

O nome vem do inglês basketball, que significa literalmente "bola no cesto" É um dos esportes mais populares do mundo.

Em Dezembro de 1891, o professor de educação física canadense James Naismit, do Springfield College (então denominada Associação Cristã de Rapazes), em Massachusetts, Estados Unidos, recebeu uma tarefa de seu diretor: criar um desporto que os alunos pudessem praticar em um local fechado, pois o inverno costumava ser muito rigoroso, o que impedia a prática do Baseball e do Futebol Americano.

James Naismith logo descartou um jogo que utilizasse os pés ou com muito contato físico, pois poderiam se tornar muito violentos devido às características de um ginásio, local fechado e com piso de madeira.

Logo escreveu as treze regras básicas do jogo e pendurou um cesto de pêssegos a uma altura que julgou adequada: 10 pés, equivalente a 3,05 metros, altura que se mantém até hoje; já a quadra possuía, aproximadamente, metade do tamanho da atual.

Em contrastes com as redes de basquete moderno, em cesta de pêssegos manteve a sua parte inferior, e as bolas tinham que ser retiradas manualmente após cada "cesto" ou ponto marcado, o que provou ser ineficaz. Dessa forma, um buraco foi perfurado no fundo da cesta, permitindo que as bolas fossem retiradas a cada vez com uma longa vara. Os cestos de pêssegos foram utilizados até 1906, quando foram finalmente substituídos por aros de metal com tabela.

Uma outra alteração foi feita logo cedo, de forma que a bola apenas passasse pela cesta, abrindo caminho para o jogo que conhecemos hoje. Uma bola de futebol foi usada para acertar as cestas. Sempre que uma pessoa arremessava uma bola na cesta, a sua equipe ganharia um ponto. A equipe com o maior número de pontos ganhava o jogo. As cestas foram originalmente pregadas ao balcão do mezanino da quadra de jogo, mas isto se provou impraticável quando os espectadores no balcão começaram a interferir nos arremessos. A tabela foi introduzida para evitar essa interferência, que teve o efeito adicional de permitir rebotes. Esse desporto chama-se "basquetebol".

Ciclismo é um esporte de corrida de bicicleta cujo objetivo dos participantes é chegar primeiro a determinada meta ou cumprir determinado percurso no menor tempo possível.

Foi na Inglaterra, em meados do século XIX, que o ciclismo iniciou-se como esporte, época em que o aperfeiçoamento do veículo possibilitou o alcance de maiores velocidades. O ciclismo é regido por diversas regras. Geralmente enquadra-se em quatro categorias: provas em estradas, provas em pistas, provas de montanha (Mountain Bike) e BMX e é praticado com diversos tipos e modelos de bicicletas.

No Mountain Bike existem várias categorias que são divididas em mais ou menos radicais, e são elas: cross country, em todo o tipo de terreno, de preferência no monte, seja a subir, plano ou a descer; o Free Ride, com um andamento mais extremo em que se dá preferência a saltos e descidas; o down hill, que é a versão mais extrema e perigosa do MTB que consiste somente em descer, normalmente a velocidades altas, sendo este praticado tanto no monte ou em cidade (o chamado downhill urbano ou DHU). Em Lisboa, o mais famoso evento desta disciplina é o Lisboa Down Town que se realiza anualmente em Maio e que consiste na descida da encosta do Castelo de São Jorge até ao arco da Red Bull.

Em termos de saúde, o ciclismo é uma atividade rítmica e cíclica, ideal para desenvolvimento dos sistemas de energia aeróbico e anaeróbico, dependendo do tipo de treinamento aplicado. Desenvolve o sistema cardiovascular dos praticantes, sendo ainda indicado por médicos especialistas como ótimo exercício para queima de gordura corporal e desenvolvimento de resistência de força muscular de pernas, em treinamentos.

O mundo moderno inventou também o ciclismo estático, ou seja, a prática do ciclismo em bicicletas ergométricas e em locais fechados, casa, academia, clube, etc, um exercício aeróbico alternativo e seguro ideal para indivíduos que desejam maior segurança, sustentação e facilidade de manejo do que o ciclismo de estrada ou de pista.

O ciclismo estático é indicado para pessoas que apresentam determinados tipos de lesões de joelhos, quadris, coluna e que não podem caminhar; grávidas, idosos com osteoporose e principalmente obesos.

O futebol, também referido como futebol de campo, futebol de onze e, controversamente, futebol associado (em inglês: association football, football, soccer), é um desporto de equipe jogado entre dois times de 11 jogadores cada um e um árbitro que se ocupa da correta aplicação das normas. É considerado o desporto mais popular do mundo, pois cerca de 270 milhões de pessoas participam das suas várias competições. É jogado num campo retangular gramado, com uma baliza em cada lado do campo. O objetivo do jogo é deslocar uma bola através do campo para colocá-la dentro da baliza adversária, ação que se denomina golo ou gol. A equipe que marca mais gols ao término da partida é a vencedora.

O jogo moderno foi criado na Inglaterra com a formação da The Football Association, cujas regras de 1863 são a base do desporto na atualidade. O órgão regente do futebol é a Federação Internacional de Futebol (em francês: Fédération Internationale de Football Association), mais conhecida pela sigla FIFA. A principal competição internacional de futebol é a Copa do Mundo FIFA, realizada a cada quatro anos. Este evento é o mais famoso e com maior quantidade de espectadores do mundo, o dobro da audiência dos Jogos Olímpicos.

O rúgbi ou râguebi, também chamado rugby, é um esporte coletivo de intenso contato físico. É originário da Inglaterra. Por ter sido, inicialmente, concebido como uma variação do futebol, foi chamado anteriormente de "rugby football".

Ao longo do tempo, variações do esporte surgiram. A mais praticada é o Rugby de quinze (XV) (em inglês: Rugby Union). Em seguida, está o Rugby league (com treze atletas) e o de sete (sevens/ seven-a-side) que é a modalidade olímpica. Além dessas variações, ainda há o rugby de praia, de toque, o em cadeira de rodas e o subaquático.

Ténis ou tênis é um esporte de origem inglesa, disputado em quadras geralmente abertas e de superfícies sintéticas, cimento, saibro ou relva. Participam no jogo dois oponentes ou duas duplas de oponentes, podendo ser mistas (homens e mulheres) ou não. A quadra é dividida em duas meia-quadras por uma rede, e o objetivo do jogo é rebater uma pequena bola para além da rede (para a meia-quadra adversária) com ajuda de uma raquete.

Para marcar um ponto é preciso que a bola toque no solo em qualquer parte dentro da quadra adversária incluindo o alvado do oponente, fazendo com que o adversário não consiga devolver a bola antes do segundo toque, ou que a devolva para fora dos limites da outra meia-quadra. O desporto assim possui aspectos de ataque (rebater bem a bola, dificultando a devolução do adversário) e defesa (bom posicionamento em quadra, antecipação do lance adversário etc).

O tênis possui um intricado sistema de pontuação, que subdivide o jogo em games/jogos e sets/partidas. Grosso modo, um game é um conjunto de pontos (15-30-40-game) e um set é um conjunto de games (1-2-3-4-5-set). Cada game tem um jogador responsável por recolocar a bola em jogo: fazer o serviço ou sacar. No tênis de competição, é comum que o jogador que serve fature o game, já que tem a vantagem do ataque e dita o ritmo do jogo. Desta forma, uma das estratégias de jogo é tentar inverter esta vantagem durante a troca de bola ou durante a defesa fazer com que o adversário, através de erros, perca os games em que está sacando. Ganha o jogo / encontro aquele que atingir um número de sets pré-definido - geralmente 2 sets, sendo de 3 sets para os grandes torneios masculinos.

LEMA

"Unité, Progrès, Justice (Francês: "Unidade, Progresso, Justiça")

FORÇAS ARMADAS

Segundo o comunicado, os poderes Executivo e Legislativo, serão assumidos por um órgão de transição, a ser criado “em concertação com todas as forças vivas da nação” e cujo objetivo é o “regresso à ordem constitucional” em um “período de 12 meses”.

Um recolher obrigatório é imposto “sobre o conjunto do território entre as 19h e as 6h”, para “preservar a segurança das pessoas e bens”, disse o texto.

Os tumultos dessa quinta-feira (30) em Burkina Fasso deixaram cerca de 30 mortos e mais de 100 feridos, disse Benewende Sankara, um dos principais líderes da oposição. Sankara não informou se o balanço dizia respeito a todo o país ou apenas à capital, Ouagadougou, onde manifestantes saquearam e incendiaram o Parlamento em protesto às ações do presidente Blaise Compaoré, no poder há 27 anos. O opositor, que já disputou a chefia de Estado com Compaoré, disse que a saída do presidente do poder “não é negociável”.

O líder da União para o Renascimento/Movimento Sankarista de Burkina Fasso disse ainda que a oposição se encontrou ontem com o chefe do Estado-Maior das Forças Armadas do país, Nabéré Honoré Traoré, a quem pediu para “seguir o caminho do povo” e “não disparar” sobre ele. Mas “o chefe do Estado-Maior fez um golpe de Estado”, acrescentou Sankara.

A decisão de Compaoré, de rever a Constituição para prolongar o mandato presidencial, originou os protestos sem precedentes ocorridos nessa quinta-feira em Burkina Fasso.



3512